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F1 teria oferecido direitos para SBT, Record, Band, RedeTV!, Cultura, Disney e Turner

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F1 teria oferecido direitos para SBT, Record, Band, RedeTV!, Cultura, Disney e Turner

SBT e Disney seriam os maiores interessados, mas conversas são muito preliminares

Após o Grupo Globo anunciar que não renovaria com a Fórmula 1 para ter os direitos de transmissão televisiva de 2021 em diante, a categoria máxima do automobilismo mundial segue buscando uma nova casa na TV brasileira para o ano que vem.

Segundo publicado pelo UOL Esporte nesta segunda-feira, a Liberty Media, dona da F1, teria 'oferecido' os direitos para uma série de emissoras de TV aberta e fechada: SBT, Record, Band, RedeTV!, Cultura, Disney e Turner.

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Ainda de acordo com a publicação, o SBT e a Disney, que é dona dos canais ESPN e Fox Sports no Brasil, foram os maiores interessados. Entretanto, as conversas seriam muito prematuras: "A Liberty não tem pressa e quer conversar com calma com todos os interessados."

De todo modo, o plano dos donos do campeonato de elite do automobilismo seria "fechar um acordo para TVs aberta e paga a partir do ano que vem e lançar a F1 TV, streaming próprio da categoria, no Brasil".

"A empresa (Liberty) quer manter a janela [de TV] aberta por que existe uma demanda no Brasil. As exibições na Globo, que deixará a competição depois de 39 anos sem interrupções, representam pouco mais de 20% do público global da F1 no mundo. Ter uma outra TV com o mesmo alcance nacional e com mais flexibilidade para mostrar patrocinadores próprios, além de pódio e treino para o grid de largada, é o ideal para a Liberty nesse momento."

O UOL Esporte ainda informa que, na TV fechada, há a expectativa de que a Disney compre os direitos, embora a negociação seja vista com cautela: "Executivos (da Disney) confirmam o interesse e a vontade, mas dizem que não há negociações abertas."

Segundo a reportagem, "a F1 atrai muito por causa, principalmente, do faturamento. Na Globo, o evento tem uma audiência entre 9 e 10 pontos de Ibope na Grande São Paulo, mas tem marcas de peso por causa de sua penetração no público mais rico".

"Essas marcas, inclusive, pretendem continuar investindo na F1 em qualquer emissora que vá. Muito por isso, a Globo avisou ao mercado que não exibiria a F1 em 2021. O mercado, agora, terá que procurar outra opção."

A publicação também deu mais detalhes sobre as cifras envolvidas: "No ano passado, a cota master de patrocínio valia R$ 98,9 milhões, e foi vendida para cinco empresas. Com isso, a Globo faturou R$ 494,5 milhões ao todo. No ano passado, a Globo ofereceu 20 milhões de dólares pela renovação do contrato para a F1. A Liberty queria US$ 22 milhões. O acordo não veio, e agora os direitos estão na praça."

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