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Senna culpa asa dianteira por 18ª posição e Pastor mira pontos

Brasileiro confia nos pneus novos para avançar na corrida, enquanto venezuelano, 15º, diz que posição é realidade da Williams

Pela segunda vez consecutiva, Bruno Senna ficou de fora da classificação já durante a primeira fase. Porém, ao contrário do que aconteceu no Japão, semana passada, não pode culpar o tráfego. O brasileiro admitiu que o carro não estava bem acertado para a classificação.

Ouvido pelo TotalRace, Senna lembrou que vem ‘brigando’ com sua asa dianteira desde o GP da Bélgica, cinco etapas atrás.

“A gente ficou o final de semana inteiro lutando contra a asa dianteira, então o programa de testes ficou bastante comprometido com isso. Fizemos algumas mudanças às cegas para tentar resolver na classificação os problemas que vínhamos tendo, mas fomos para o lado errado e o carro estava difícil. Não deu para fazer nada de especial e ficamos de fora, não tinha o que fazer.”

Para a corrida, resta a esperança de ter gastado apenas dois jogos de pneus durante a classificação – cada piloto tem direito a seis entre o treino e a corrida – e de não se envolver em batidas, como na largada do GP do Japão.

“Ontem, vimos que nosso ritmo de corrida era bom. Nessa altura do campeonato, só temos a agradecer que temos pneus novos e esperamos fazer uma corrida mais limpa do que em Suzuka.”

Seu companheiro, Pastor Maldonado, terminou o sábado em 15º e disse que a posição reflete a atual forma da Williams em relação às rivais. “Essa é a realidade da equipe e do carro no momento. Temos de continuar trabalhando e não podemos deixar que as evoluções dos outros nos deixem para trás.”

O venezuelano, no entanto, não descartou chegar entre os 10 melhores. “Temos de buscar os pontos amanhã. Será difícil, mas, nas corridas, a Williams sempre tem um ritmo consistente e uma boa estratégia.”

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