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Breve história russa na F-1 tem promessa e decisão de campeonato

País que estreia neste final de semana no calendário teve primeiro representante apenas em 2010

Estreante no calendário da Fórmula 1 neste final de semana, com o Grande Prêmio inaugural da pista de Sochi, a Rússia tem aumentado sua presença na categoria nos últimos anos, tanto com pilotos, quanto com patrocinadores. Isso, com direito até a papel importante em uma decisão de campeonato.

[publicidade] Provavelmente o momento mais marcante de um russo na Fórmula 1 até hoje tenha sido a performance de Vitaly Petrov no GP de Abu Dhabi, decisão do campeonato de 2010. O piloto, que conquistou o único pódio russo na história, no GP da Austrália de 2011 , ficou marcado por ter segurando o então líder do campeonato, Fernando Alonso, por 37 voltas. O título acabou ficando com Sebastian Vettel.

Petrov se despediria da Fórmula 1 em 2012, após 57 largadas e 64 pontos. Nesta temporada, a Rússia voltou a ter um representante: Daniil Kvyat, atualmente na Toro Rosso e já confirmado para ocupar a vaga de Sebastian Vettel a partir da próxima temporada, na Red Bull.

Logo na estreia, no GP da Austrália, Kvyat foi o nono colocado e se tornou o mais jovem a pontuar na história da Fórmula 1, aos 19 anos e 324 dias. Até o momento, o piloto soma oito pontos em 15 largadas e é a grande aposta russa para o futuro.

No campo dos patrocinadores, a grande presença do país está na equipe Marussia. Apesar de o time em si ser baseado na Inglaterra, seus proprietários são russos e decidiram batizar a equipe com o mesmo nome de uma montadora, que foi extinta neste ano.

O grande momento da história do time, que herdou o espólio da Virgin, criada em 2010, foi a nona colocação de Jules Bianchi no GP de Mônaco deste ano. Foi a única vez que uma das três equipes que entraram no campeonato naquele ano (a já falida HRT, Marussia – ex-Virgin - e Caterham – ex-Lotus) ficaram entre os 10 primeiros em uma corrida.
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