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Carreira de Button sobrevive ao segundo 'susto': confira trajetória

Novo companheiro de Fernando Alonso na McLaren correu sério risco de ficar de fora do grid pela segunda vez

A confirmação de Jenson Button como companheiro de equipe de Fernando Alonso na McLaren em 2015 dá continuidade à carreira daquele que é o piloto com maior número de grandes prêmios no atual grid. E pela segunda vez: sua carreira correu risco de acabar prematuramente antes de uma das grandes surpresas da história da Fórmula 1.

[publicidade] Talvez por ter andado em muitos carros ruins, em 268 GPs, o piloto soma oito pole positions, 15 vitórias e 50 pódios, números inferiores a outros campeões em atividade. De playboy a figura querida no paddock, o campeão de 2009 teve uma trajetória diferente de outros pilotos, chegando a uma equipe grande em um momento em que poderia pensar em vitórias apenas após seu título.
 
Button chegou à categoria com ares de futura estrela e, aos 19 anos, se tornou o mais jovem britânico a estrear na F-1, em 2000. Correndo pela Williams, chegou a fazer um terceiro lugar no grid no GP da Bélgica e quarto na corrida na Itália, mas perdeu o duelo interno com Ralf Schumacher.

O inglês foi para a Benetton em 2002 e teve uma péssima temporada. No ano seguinte, quando a equipe já se chamava Renault, foi chamado de "playboy preguiçoso" pelo então chefe Flavio Briatore e substituído pelo reserva Fernando Alonso.

Atraído pelo projeto de David Richards, Button seguiu então para a BAR, que hoje é a Mercedes. O time teve altos e baixos, sendo a melhor temporada a de 2004, quando o inglês conquistou sua primeira pole e fez 10 pódios, terminando o campeonato em terceiro e ajudando o time a ser vice-campeão.

A primeira vitória, contudo, só viria em 2006, no GP da Hungria, quando a BAR já havia sido comprada pela Honda. E foi um triunfo com o que viria a ser a marca registrada de Button: decisões corretas e precisão debaixo de chuva.

As duas temporadas seguintes seriam péssimas para a Honda, que decidiu deixar a Fórmula 1 no final de 2008, em decisão tomada em dezembro. Button, então, correu o risco de se ver sem equipe para o ano seguinte. Acreditando no projeto que ajudara a desenvolver, o chefe Ross Brawn assumiu e batizou a equipe, que correu contra o tempo para angariar fundos e participar do campeonato de 2009.

Logo no primeiro teste de que participou, contudo, ficou claro que o Brawn seria o carro a ser batido na temporada, muito em função de uma questionável interpretação do regulamento em relação ao difusor duplo. Button venceu 6 das 7  primeiras provas e se sagrou campeão com uma corrida de antecipação.

O piloto, então, transferiu-se para a McLaren, onde fez cinco temporadas, vencendo oito provas - várias delas sob chuva. A temporada de 2011 foi a mais forte no time inglês, quando Button bateu Lewis Hamilton e foi vice-campeão. Em 2015, fará sua sexta temporada pela McLaren, agora ao lado do bicampeão Fernando Alonso.
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