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Chefe da Manor crê que Haas não demore para pontuar

Graeme Lowdon acha que caminho trilhado por equipe norte-americana seja melhor que o das nanicas de 2010

Alexander Rossi, Manor F1 Team
Graeme Lowdon, CEO da Manor F1 Team
Gunther Steiner, Haas F1 Team principal, Romain Grosjean, Haas F1 Team e Gene Haas, Haas F1 Team
Will Stevens, Manor F1 Team
Sede da Haas F1 Team em Kannapolis, N.C.
Will Stevens, Manor F1 Team

Entrando na Fórmula 1 com Caterham (na época Lotus) e Hispania em 2010, a Manor (então Virgin) sofre bastante com a falta de recursos e desenvolvimento desde então. Mas, mesmo com a má experiência, o dono do time, Graeme Lowdon, acredita que a Haas não demore muito para marcar pontos na F1 pelo caminho que está trilhando.

"É um reflexo do quão difícil é essa indústria. Mudaram a maneira como uma equipe nova pode entrar. Se você olhar para trás, para 2009 quando nós chegamos, estávamos sujeitos a todas as normas no mesmo dia em que entramos. Tínhamos algo como sete meses para estar no grid no Bahrein em 2010 e não havia nenhuma opção de atrasar de forma alguma", disse o presidente da Manor disse à Sky Sports.

"Se avançarmos no tempo, das equipes de 2009 nós somos a única que sobreviveu. Nós tivemos alguns altos e baixos.”

"A Haas foi autorizada a adiar sua entrada em um ano. Eles puderam ter o seu tempo e não estão sujeitos neste momento a nenhum dos regulamentos. Desta forma, eles podem usufruir da tecnologia do parceiro que quiserem. Eles podem copiar partes aerodinâmicas e podem gastar o tempo que quiserem no túnel de vento.”

"Então, o modo como você chega na Fórmula 1 mudou drasticamente. Alguns diriam que este é um sinal de que este era um esporte muito difícil de entrar e está se tornando mais fácil agora.”

"Isso é uma coisa boa. É ruim para nós, porque nós viemos por uma rota diferente, por isso, na minha opinião, eles irão marcar pontos rapidamente, porque o carro está sendo muito bem desenvolvido. Vai ser realmente um bom pacote".

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