F1: Alpine está disposta a negociar novamente com Andretti sobre fornecimento de motores

Grupo Renault tinha um pré-acordo com a equipe americana, que acabou expirando devido à demora da Andretti em fechar um acordo com a FOM

Michael Andretti on the grid

Michael Andretti on the grid

Alexander Trienitz / Motorsport Images

Após dar um "banho de água fria" na Andretti sobre o fornecimento de motores em uma possível entrada da equipe americana na Fórmula 1, a Alpine disse que ficaria feliz em retomar as conversas com o time de Michael Andretti.

A participação da Andretti na F1 está sendo estudada pela Liberty Media após a equipe receber o ok da FIA para ser a 11ª do grid. A Andretti tinha um pré-acordo com a Alpine pelo fornecimento de motores, mas foi revelado no mês passado que este havia expirado.

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Segundo o regulamento da F1, se uma equipe não tiver acordo com uma montadora pelo fornecimento de motores, a que tem menos clientes seria encarregada por isso.

Neste momento, o fardo cairia sobre a própria Alpine, já que ela fornece motores apenas para si própria. A Audi também seguirá o mesmo caminho em 2026, mas por ser uma novata, fica isenta dessa regra.

A Andretti se prepara para uma possível entrada na F1 em parceria com a General Motors e a Cadillac, que já se registrou para fornecer motores, mas apenas a partir de 2028, três anos após a potencial entrada da equipe no grid.

O chefe interino da Alpine, Bruno Famin, disse que a situação se complicava pela demora da FIA e da F1 em liberarem a entrada da Andretti, mas que está aberto a retomar as conversas.

Famin disse em coletiva com a imprensa: "Estamos falando com a Andretti e a General Motors. Estamos felizes em falar com eles. Estamos encantados em continuar as negociações caso eles tenham interesse em participar. Estamos esperando neste momento, mas não depende de nós".

"É porque o tempo e a duração do processo está bem maior do que o esperado. Em primeiro lugar, da parte da FIA, que demorou muito mais para responder do que haviam programado inicialmente. Agora a bola está com a F1. Se eles tiverem o ok, estaremos animados em conversar".

"Na última vez tínhamos um pré-acordo. O pré-contrato venceu. Na realidade, não temos nenhum compromisso legal com eles no momento, mas podemos falar com eles e ver o que podemos fazer. Se entrarem é porque demonstraram o valor que agregarão à F1 e que o valor do campeonato para as equipes não será reduzido".

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