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"Há muitas coisas que podem atrapalhar em Mônaco", diz Kimi

Vencedor em 2005, finlandês acredita que classificação só será definitiva se a Ferrari largar na frente

Um carro ágil, com suspensões macias e muita aderência mecânica. A Lotus teria tudo para casar bem com o circuito de Monte Carlo, não fosse por um detalhe que pode fazer muita diferença em Mônaco: a classificação. Por isso, Kimi Raikkonen se afasta do favoritismo na sexta etapa do campeonato.

“Vocês dizem isso em várias corridas”, disse o finlandês em entrevista acompanhada pelo TotalRace quando perguntado se seu carro era o ideal para ganhar em Mônaco. “Nunca é fácil vencer. Tomara que possamos estar em um nível semelhante das últimas corridas para que possamos, pelo menos, ter chance. Não podemos tornar nosso carro muito mais rápido em classificação de uma hora para a outra. Mas talvez o carro se dê melhor com essa pista e nos dê mais chance.”

Raikkonen lembrou que, ainda que a classificação não seja o ponto forte de seu carro, também não é nenhum desastre. “Não tem sido tão ruim. Fomos segundos e quartos e, em outras corridas, ficamos mais atrás, mas olhando as últimas classificações, a Mercedes deve ficar na frente, o que tornaria a corrida muito difícil para todos.”

De qualquer maneira, o vice-líder do campeonato acredita que a classificação só será decisiva caso um carro com bom ritmo de corrida ficar na frente. “Não acho que a pole position vai decidir a corrida. Claro que depende de quem estiver na frente: se for a Ferrari, pode ser que decida, se for a Mercedes, pode ser que não.”

Além de conquistar uma boa posição de largada, Raikkonen lembra que há outro desafio para se dar bem em Mônaco – e o piloto pode não ter nada a ver com isso.

“É difícil vencer, pois há muitas coisas que podem ir contra. Não acho que o fato de ter vencido aqui faz muita diferença. Acho que a maioria dos pilotos já venceu aqui, mesmo em outras categorias, e não acho que a F-1 é tão diferente”, afirmou o finlandês, que conquistou a prova no Principado em 2005.

“Claro que as coisas têm de dar certo para você: mesmo se não cometer um erro, o cara da frente ou de trás pode errar e você não vai conseguir evitá-lo, porque é um circuito muito estreito. Você tem de ter a sorte de evitar essas coisas. Não está sempre nas suas mãos.”

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