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Finlandês tem como um dos grandes desafios na pré-temporada fortalecer os músculos da região do pescoço

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O campeão de 2007 Kimi Raikkonen deverá ter sua primeira experiência em um F-1 entre os dias 23 e 24 de janeiro, quando testará o Renault de 2010 em Valencia, no que serão seus primeiros quilômetros a bordo de um F-1 desde o GP de Abu Dhabi de 2009.

Enquanto isso, a principal preocupação de Raikkonen no momento é sua readaptação física à F-1. O piloto teve de reduzir os trabalhos para os braços após a queda de moto na neve sofrida em dezembro, que o deixou com o pulso imobilizado até logo antes do Ano Novo.

“O pulso estava dolorido e isso mudou um pouco os planos nos treinos, mas no pescoço e nas pernas o trabalho continuou de maneira completa e Kimi teve um bom progresso e está em boa forma”, afirmou o treinador do piloto, Mark Arnall.

O profissional, que trabalha com o finlandês há dez anos, reconheceu, no entanto, que nada no treinamento substitui andar no F-1, especialmente em relação ao pescoço.

“Já sabemos que podemos trabalhar tudo antecipadamente, menos os músculos do pescoço. Eles não ficam tão fortes com o treinamento quanto é necessário para pilotar um carro de F-1, porque não é possível simular as forças G”, explicou.

Além da readaptação ao carro em si e aos pneus Pirelli, desconhecidos para Raikkonen, esta questão física é outro dos motivos pelos quais os testes antes da reestreia no GP da Austrália, em março, serão importantes para o finlandês.

Após o teste provado em Valencia, Raikkonen deve andar nos dois primeiros dias de testes coletivos em fevereiro, em Jerez, e mais quatro em Barcelona. No total, deve andar entre 5.500 e 6.500km até a primeira etapa do ano.

“Oito dias não é muito, mas é o mesmo para todos. De certa forma, quando Kimi entrar na pista em Albert Park vai ser a parte mais difícil”, afirmou Arnall.

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