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Kubica diz se sentir como um “passageiro” no carro da Williams

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Kubica diz se sentir como um “passageiro” no carro da Williams
3 de abr de 2019 15:02

Sem poder dirigir como pode por falta de peças e por imprevisibilidade no equilíbrio, polonês lamenta má fase

Robert Kubica afirmou que as limitações de sua Williams FW42 fazem com que ele se sinta como um mero "passageiro" a bordo do carro.

Os pilotos da Williams estão tendo um início de temporada difícil, tendo descoberto que seu carro para 2019 sofre de uma falha fundamental que provavelmente levará alguns meses para resolver.

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Para piorar, os atrasos de produção na fábrica em Grove levaram à falta de peças sobressalentes que, por sua vez, forçaram Kubica e George Russell a se afastarem das zebras nos treinos livre até aqui, uma obrigação que é um prejuízo óbvio para o desempenho.

"Na Austrália, passando por uma zebra que todos pegavam, perdi pedaços do carro que não possuíamos", explicou Kubica.

"No Bahrein eu fiquei longe da zebra, mas na classificação eu usei de novo e outro pedaço voou para longe. E então, na corrida, percebi que não os estava usando as zebras, ou usando-as apenas porque era levado a elas. Mas não usava como parte da pista.”

"E se você começar a apertar mais na tangência das curvas, você coloca mais carga nos pneus, e é uma situação complicada."

Enquanto a Williams trabalha duro para encontrar soluções e uma correção, Kubica admite que as dificuldades atuais não estão facilitando seu retorno à F1.

"Haverá um ponto, espero, um dia em que todas essas limitações, ou pelo menos eu possa esquecer, e o carro será mais sólido e vamos ficar mais juntos e vai se tornar mais divertido também", disse ele.

"Até agora é como se eu tivesse que ter certeza que vou virar para a curva sem rodar. Dirijo assim. Tudo focado nisso.”

"É difícil dizer que é divertido. Pelo menos é experiência, e essas duas corridas me deram boas respostas e uma experiência valiosa definitivamente.”

"Houve alguns pontos positivos na Austrália, houve alguns pontos positivos no Bahrein.”

"Mas, como eu disse, precisamos descobrir o que está acontecendo, já que não tenho margem nem janela onde posso guiar o carro. Na verdade, eu sou passageiro."

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