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McLaren está “perto do limite” com a Honda, diz diretor

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McLaren está “perto do limite” com a Honda, diz diretor
Por:
8 de jun de 2017 10:40

Zak Brown expõe frustração com atraso e ineficiência das novidades técnicas e admite que time não pode esperar por muito tempo para ter resultados

Yusuke Hasegawa, Head of Honda Motorsport in the Press Conference
Zak Brown, McLaren Executive Director
Stoffel Vandoorne, McLaren MCL32
Jenson Button, McLaren MCL32
Jenson Button, McLaren MCL32
Zak Brown, McLaren CEO
Stoffel Vandoorne, McLaren MCL32
Stoffel Vandoorne, McLaren MCL32
Jenson Button, McLaren MCL32
Stoffel Vandoorne, McLaren MCL32
Jenson Button, McLaren MCL32
Stoffel Vandoorne, McLaren MCL32
Jenson Button, McLaren MCL32
Jenson Button, McLaren MCL32

Diretor executivo da McLaren, Zak Browne admitiu que tem sérias preocupações quanto à viabilidade da continuação da parceria entre sua equipe e a fornecedora de motores Honda, afirmando que a relação está chegando em seu limite.

A declaração de Brown acontece pouco antes do GP do Canadá, em meio à confirmação de que as novidades para o motor Honda, esperadas pela montadora inglesa para a prova em Montreal, não ficaram prontas a tempo.

A parceria McLaren-Honda vem enfrentando até o momento um início miserável na temporada de 2017, já que o novo motor japonês não apresenta boa performance e confiabilidade. A McLaren não terminou nenhuma das seis provas já realizadas entre os dez primeiros, o que representa o pior início de temporada da história do time.

Em entrevista à agência Reuters, Brown disse: “O comitê executivo nos deu ordens. Esperamos não entrar em mais um ano desse jeito.”

“Não quero mencionar quais são nossas opções. Nossa preferência é vencer o título mundial com a Honda. Mas, em algum momento, é preciso tomar uma decisão quanto à viabilidade. E temos sérias preocupações.”

“Novidades que não aparecem e que não entregam o nível que nos disseram que entregaria... Você consegue aceitar isso por um tempo. E estamos perto do nosso limite.”

A McLaren passou boa parte das três últimas temporadas perto do pelotão de trás, e Brown indicou que a equipe inglesa não pode se dar ao luxo de esperar por muito mais tempo.

“Até agora, isso não tem funcionado. Um ano na F1 é uma eternidade. Três anos são uma década. Você não pode continuar desse jeito para sempre.”

Entende-se que, no início do ano, a McLaren realizou conversas preliminares com sua antiga fornecedora de motores, a Mercedes. Brown, que já descartou a possibilidade de construir os próprios motores, afirmou que uma equipe cliente pode ser vencedora na F1.

O dirigente também insistiu que os “benefícios comerciais” do contrato com a Honda acabam sendo neutralizados pela perda de premiação devido à posição da equipe nos recentes Mundiais de Construtores.

A Honda, que forneceu motores exclusivamente à McLaren nos últimos três anos, concluiu um acordo em abril para colocar suas unidades na Sauber em 2018.

O dilema das novidades técnicas

A fabricante japonesa não entregou seu primeiro grande pacote de evoluções técnicas a tempo para o GP do Canadá. A Honda admitiu que seria “muito apertado” conseguir aprontar as novidades para Montreal, de modo que as chances da McLaren em um circuito que depende de potência ficam menos animadoras.

“A Honda está trabalhando duro, mas eles parecem um pouco perdidos”, disse Brown.

“Nos disseram recentemente que eles não teriam as novidades prontas a tempo, e não temos um prazo definitivo. Isso nos preocupa, porque a dor é grande e não podemos esperar para sempre.”

“Estamos esperando ansiosamente por essa novidade, assim como estão nossos pilotos. É uma grande decepção que ela não venha. Não é falta de esforço, mas a Honda está sofrendo para acertar as coisas.”

A McLaren é a única equipe que ainda não marcou pontos em 2017.

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Categoria Fórmula 1
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Autor Valentin Khorounzhiy