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Nelsinho nega ter dito que Senna "não ganharia nada hoje na F-1"

Brasileiro da Nascar explica que comparação era outra: "Se Ayrton tivesse corrido 10 anos antes não teria o sucesso do meu pai"

Nelsinho Piquet tratou de colocar panos quentes nas declarações veiculadas recentemente de que “alguém como Senna não ganharia nada na F-1 hoje”, pois “ele era rápido, mas não tinha talento em termos do lado técnico e mecânico”.

O piloto da Truck Series na Nascar afirmou que a declaração foi tirada de contexto e que sua intenção era comparar os tempos de Ayrton Senna na F-1 com os de seu pai, Nelson Piquet.

“Disse que se o Ayrton tivesse corrido dez anos antes dificilmente teria tido o sucesso que meu pai teve na F-1", afirmou em sua coluna no Yahoo Esportes. "Eram épocas diferentes e realidades obviamente diferentes. Na virada dos anos 70 para os 80, os carros quebravam muito mais e os pilotos todos tinham um lado mais mecânico. Não foi por acaso que meu pai desenvolveu o aquecedor de pneus, a suspensão ativa, aprimorou o motor turbo e criou várias outras soluções que todos conhecem.”

Nelsinho explicou que, na época de Senna, as exigências eram diferentes. “O Senna veio um pouco depois, num tempo que já era possível andar quase o tempo todo com o F1 a 100% do desempenho e que não era mais necessário ser desenvolvedor de carro como antes.”

O piloto, que correu na F-1 entre 2008 e 2009, comparou o que viveu na Europa com a realidade encontrada por Senna nos anos 1980. “Assim como eu, o Ayrton chegou à Europa com apenas com preocupação de pilotar. Ele era um piloto super rápido, o maior de todos em termos de velocidade pura. Mas não precisava do mesmo repertório de mecânica da geração anterior e não tinha que se preocupar tanto em preservar câmbio, motor etc...

“É óbvio: cada um teve seu brilho e foi um produto de sua época. Cada um teve o que precisou para dominar a sua época e cada época precisava de coisas diferentes. Simples assim.” 

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