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Renault pode pedir autorização especial para mudar motor

Mesmo tendo identificado problemas do primeiro teste, fornecedora reconhece que ainda está atrás das rivais

A Renault admitiu que ainda está atrás das rivais no desenvolvimento de seus motores para a próxima temporada e pode, inclusive, pedir à FIA para fazer mudanças em suas unidades após o término do período de homologação.

Os franceses podem alegar falta de confiabilidade para fazer alterações em seus equipamentos até a data limite estabelecida pela entidade, em 28 de fevereiro. De acordo com as regras, vários componentes dos motores não poderão ser mexidos até 2020 após esta data, mas a FIA pode autorizar modificações pontuais se verificada a necessidade.

Os problemas de integração entre os sistemas do motor turbo e a parte híbrida da nova unidade de potência atrapalharam suas equipes no primeiro teste, em Jerez: enquanto Caterham, Toro Rosso e Red Bull deram 151 voltas entre si, os quatro times da Mercedes superaram os 900 giros.

De lá para cá, a Renault voltou a ter problemas no primeiro dia da Lotus na pista e quando a Toro Rosso fez testes promocionais, na Itália. “Tivemos problemas de hardware e, consequentemente, de software”, explicou o chefe de operações de pista da montadora francesa, Remi Taffin. “Primeiramente, o problema foi no reservatório de energia. Fizemos upgrades e os testamos no dinamômetro e na pista e tudo funcionou como esperado. Então estamos confiantes de que o problema do primeiro teste está resolvido. O próximo passo é o software, pois tivemos problemas de dirigibilidade.”

O último ponto a ser trabalhado, afirmou Taffin, será a integração entre os sistemas da Renault e os de cada uma de suas equipes. “Estamos prontos para fazer [no próximo teste, no Bahrein, semana que vem] o que gostaríamos de ter feito no primeiro teste”, reconheceu.  “Não estamos no cronograma, mas não é uma questão de meses. Talvez estejamos umas três semanas atrás, mas temos um plano para nos recuperar.”

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