Sem Pérez, F1 terá recorde de quase 51 anos quebrado em Silverstone

Principal categoria do automobilismo mundial voltará a não ter representante da América Latina desde GP da Alemanha de 1969

Sem Pérez, F1 terá recorde de quase 51 anos quebrado em Silverstone

Muito se fala sobre a definição de uma categoria efetivamente mundial, quando o assunto é o calendário da F1 atual, após os cancelamentos dos GPs do Canadá, Estados Unidos, México e Brasil, restando à categoria correr na Europa e na Ásia na parte final da temporada.

A Covid-19 também trouxe outra raridade à tona neste fim de semana em Silverstone, palco do GP da Grã-Bretanha de 2020. Com a ausência de Sergio Pérez, pela primeira vez, desde o dia 3 de agosto de 1969, a F1 não terá um representante sequer da América Latina no grid de largada.

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A data em questão foi o GP da Alemanha de 1969, nos 22.835 km do antigo traçado de Nurburgring, em que o único representante do continente, o mexicano Pedro Rodríguez não participou, já que a Ferrari decidiu se retirar por ser contra a presença dos carros da F2 no mesmo evento. O neozelandês Chris Amon, também da escuderia, não correu.

A pole e vitória ficaram com o belga Jacky Ickx, que superou Jackie Stewart em 57 segundos. Bruce McLaren fechou o pódio, recebendo a bandeira quadriculada 3min21s depois do vencedor. Outros tempos, mas com algo em comum.

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