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Em Interlagos, o piloto Bruno Senna aproveitou para passear pelo paddock e matar um pouco a saudade da Fórmula 1. O sobrinho do tricampeão mundial esteve na categoria entre as temporadas 2010 e 2012, competindo por Hispania, Lotus e Williams.

Atualmente competindo na Fórmula E, o piloto de 32 anos foi questionado sobre a idolatria que Ayrton Senna tem em Interlagos, palco de duas vitórias históricas em 1991 e 1993.

“No Brasil, mesmo depois de 20 anos, o Ayrton ainda é gigante. E cada vez há mais homenagens legais dos brasileiros”, disse Bruno Senna. Recentemente, foi inaugurado um painel gigante de grafite, produzido por Eduardo Kobra, na esquina da Consolação com a Rebouças, em São Paulo.

“O ano passado foi muito legal na comemoração dos 20 anos (da morte de Senna) e a gente fica cada vez mais emocionado por ver que os brasileiros guardam o Ayrton tão perto do coração”, completou.

Em Interlagos, Lewis Hamilton, três vezes campeão do mundo, aproveitou para fazer uma homenagem ao ídolo ao correr com um capacete estilizado com as cores do utilizado por Senna.

Bruno afirmou que, durante a sua passagem pela F1, os pilotos evitavam fazer comentários com ele sobre a idolatria ao tio. “O Felipe (Massa) chegou a conhecer o Ayrton rapidinho. O Senna correu com o Schumacher, e ele o conheceu bem. Até hoje os pilotos ficam tímidos de falar sobre isso comigo, até porque corria com eles até pouco tempo.”

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