Ecclestone diz que GP do Brasil é o único incerto para 2017

Principal mandachuva da Fórmula 1 confirma ausência do GP da Alemanha e coloca prova em Interlagos como a única sob um ponto de interrogação

Ecclestone diz que GP do Brasil é o único incerto para 2017
Daniel Ricciardo, Red Bull Racing RB12 and Max Verstappen, Red Bull Racing RB12 at the start of the race
Start of the race
Air display over the grid
Fernando Alonso, McLaren MP4-31
Kimi Raikkonen, Ferrari SF16-H
Fernando Alonso, McLaren MP4-31
The grid before the start of the race
Pre-race ceremonies

Bernie Ecclestone falou sobre o futuro calendário da Fórmula 1 para 2017. Após confirmar a ausência do GP da Alemanha, o presidente da FOM afirmou que a única dúvida permanece o GP do Brasil. Outra praça que corre risco é o GP da Itália, mas que não preocupa, já que resta apenas formalizar o acordo.

"O único ponto de interrogação, na verdade, é o Brasil", disse Ecclestone ao Motorsport.com. "Estamos nisso e espero que seja resolvido."

Ele confirmou que o novo acordo com Monza não progrediu além de um aperto de mão, apesar do chefe do circuito italiano visitá-lo em Londres no início da semana.

"Muitos apertos de mão, eles são italianos! Eles não assinaram [esta semana], eles queriam mudar algumas coisas no contrato, o que nós concordamos."

Perguntado se ele tinha alguma dúvida sobre Monza, ele disse: "Não, não, não acho que seja motivo de preocupação."

Quanto ao GP alemão, Ecclestone sugeriu que a corrida poderá retornar em 2018.

"Tínhamos um contrato que alternava com Nurburgring, e no próximo ano seria em Nurburgring. Hockenheim tem um contrato para 2018."

"Não estou surpreso, estou desapontado. O que mais um país precisa para ter grande interesse pela F1?"

Sobre as mudanças envolvendo as datas no calendário, como na Hungria, Cingapura, Malásia e México, ele comentou: "são tantas mudanças, que não me lembro. O calendário sairá na próxima semana. Coisas boas virão, pode acreditar."

Olhando mais adiante, Ecclestone admitiu que havia dúvidas sobre o futuro a longo prazo do GP de Cingapura.

"Custa muito dinheiro para ter essa corrida. Quando fizemos esse contrato, nunca foi uma ideia iluminar o lugar, foi só mais tarde que eu disse 'vamos fazer isso' e gastar outros 20 milhões do dinheiro deles."

"Eles estão dizendo: 'por 10 anos pagamos nossas dívidas, então gostaríamos que fosse um pouco mais barato'. Eles fizeram o que queriam para a marca, obviamente, eu não quero perder Cingapura, há certas corridas que é melhor não perdermos."

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