Fórmula 1 GP de Mônaco

F1: Anúncio de parceria entre Aston Martin e Honda para 2026 é iminente

Expectativa é de que acordo seja anunciado ainda nesta semana

Lance Stroll, Aston Martin AMR23

O retorno da Honda à Fórmula 1 em 2026 deve ser oficializado logo. Segundo informações vindas da imprensa europeia, a montadora japonesa deve anunciar nas próximas horas a parceria com a Aston Martin para o fornecimento de motores na nova era de unidades de potência do Mundial, em formato similar ao que tinha com a Red Bull.

Não é segredo que a Honda se arrependeu de anunciar a saída do Mundial em 2020. Com o título de Max Verstappen em 2021, a montadora japonesa, que segue produzindo os motores da Red Bull, voltou a aumentar sua presença na categoria, com o nome retomando aos carros do time austríaco.

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E, no ano passado, confirmou sua presença na lista de fornecedores de unidades de potência para a nova era de regulamento, que entrará em vigor em 2026. Mas, com a Red Bull fechando uma parceria com a Ford, a Honda precisava buscar outra casa.

E, segundo noticiado pelo La Gazzetta dello Sport, a parceira nessa nova era será a Aston Martin. O anúncio é esperado para as próximas horas.

Com isso, a Aston Martin deixaria de ser cliente da Mercedes a partir de 2026, algo que pode ser fundamental para os planos do time de Silverstone para lutar por títulos. No momento, a Aston está à frente da Mercedes, levando a especulações de que o time poderia se tornar grande demais para seguir apenas como cliente.

Com a Honda e em um acordo similar ao que a montadora tinha com a Red Bull, a Aston ganha uma vantagem competitiva fundamental, atuando basicamente como uma equipe de fábrica. Isso ajuda também a Honda, que ganha uma liberdade maior no design da unidade de potência.

É importante lembrar que a Daimler, holding ou 'empresa-mãe' da Mercedes, possui uma participação minoritária na Aston Martin Lagonda, sendo que esta não possui uma ligação direta com a equipe de F1.

A grande dúvida neste acordo é a situação de Fernando Alonso: não é segredo que o espanhol é persona non grata entre os japoneses após a tensa relação na época de McLaren. Mas, com o bicampeão tendo 41 anos hoje, não é impossível imaginar que ele possa se aposentar antes do início oficial da parceria.

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