F1: Com renovação até 2035, GP da Austrália garante 5 aberturas de temporada além de F2 e F3

Acordo garante que, pelo menos neste período, etapa será uma das três primeiras da temporada

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Na noite de quarta-feira, a Fórmula 1 anunciou uma renovação de longo prazo com o GP da Austrália, garantindo a presença de Melbourne no calendário até pelo menos 2035. E esse acordo vem com 'bônus' para o evento, que sediará a abertura da temporada em cinco destes 13 anos, além de receber etapas da Fórmula 2 e da Fórmula 3.

O GP da Austrália abrirá a temporada em 2024 e 2025, além de outros três anos ainda a serem determinados. Por enquanto a data da prova em 2023 segue indefinida, com indicativo de que o primeiro GP do ano deve ser em outro lugar.

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Mas algo é certo: Melbourne seguirá no começo do ano, com o acordo incluindo que a vaga do GP ficará entre os três primeiros do calendário. Vale lembrar que a F1 busca mexer com a ordem de realização das corridas a partir de 2023, agrupando-as geograficamente.

"Uma das coisas é que é difícil para nós lidarmos com quatro dias no Albert Park; a F1 tem que lidar com 23 provas no calendário", disse Andrew Westacott, CEO da Australian Grand Prix Corporation. "No começo do ano, considerando o Ramadã, Páscoa e outros problemas de calendário, termos cinco aberturas de temporada em Melbourne é um ótimo resultado. Isso é um mínimo garantido".

"O que sabemos é que, nesse período, seremos Corrida 1, Corrida 2 ou Corrida 3, bem cedo no calendário. É ótimo. A estimativa é que tivemos 419 mil pessoas em 2022. Vamos seguir com isso".

Com a renovação, Melbourne não se livra apenas de ameaças internacionais à sua posição no calendário da F1, mas locais também. Sydney vinha demonstrando interesse em receber a categoria no futuro, como parte de um projeto para reerguer a região após a Covid.

"Não estou a par do que Sydney fez", disse. "Mas o que estou a par, por ser de domínio público, é que Austrália do Sul, Queensland e Nova Gales do Sul correram atrás da MotoGP e da Fórmula 1. A competitividade está viva e bem no mundo do esporte a motor e dos megaeventos".

"Não me surpreenderia se outras regiões tivessem feito manobras para conseguirem não apenas MotoGP e Fórmula 1, mas outros megaeventos. Isso é bom para a economia".

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