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F1: "Proposta sobre V10s deve ser rejeitada", diz BBC

Retorno do motor icônico à principal categoria do automobilismo poderá ser decidida na próxima semana. Para a mídia inglesa, projeto não será aceito

Il motore V10 della Ferrari

Il motore V10 della Ferrari

Foto de: Franco Nugnes

A volta dos V10 à Fórmula 1 tem sido amplamente discutida como uma forte possibilidade entre entidades do esporte e fornecedoras de motor. A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) marcou uma reunião, que será realizada no fim de semana do GP do Bahrein, para entender melhor sobre o real desejo das montadoras. No entanto, segundo a BBC, o projeto provavelmente será rejeitado. 

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O presidente da FIA, Mohammed Ben Sulayem tem sido um dos entusiastas da volta dos V10s, que seriam alimentados por combustíveis sustentáveis. Para Sulayem, o motor icônico poderia voltar já em 2028, mesmo que um novo regulamento, o qual ainda fala sobre motores híbridos, comece a valer já a partir do ano que vem. Porém, segundo o sistema de governança da F1, uma mudança como essa precisa ser apoiada por no mínimo quatro das cinco fabricantes de motor que estarão no grid em 2026: Mercedes, Ferrari, Honda, Audi e Red Bull Powertrains, que usará estruturas da Ford.

A Audi já declarou que apoia os motores de 2026 e que eles foram um "fator-chave" para a volta da marca alemã a F1, uma vez que a montadora busca transferir o conhecimento adquirido na competição para os carros de rua, de maneira que os V10s não parecem ser interessantes para a fábrica.  

Já a Honda tinha planos de sair da F1, mas decidiu se manter na categoria e, segundo Koji Watanabe, presidente do braço de automobilismo da Honda, "o motivo para [a montadora] entrar na F1 novamente é a eletrificação e (o tipo de) trem de força", o que contraria a ideia da FIA de utilizar motores a combustão, mesmo que alimentados por combustíveis sustentáveis. 

A Mercedes não se fechou totalmente a ideia e se mostrou aberta a discussões, mas também já revelou que precisaria manter o elemento híbrido para que a empresa continue interessada. 

Somente a aparente oposição da Audi e da Honda já é o suficiente para que o plano não seja levado a diante, pelo menos por agora. Por fim, a hesitação da Mercedes também não facilita os planos da FIA, mesmo que a Red Bull/Ford e a Ferrari apoiem a ideia. 

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Redação Motorsport.com
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