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FIA investiga falha na asa traseira móvel de Alonso

A transmissão flagrou o dispositivo acionado no carro do espanhol fora da zona permitida; problema é de responsabilidade da entidade

Atraso no final causou abertura da asa de Alonso

 

As imagens da tevê flagraram que Fernando Alonso utilizou a asa traseira móvel fora da zona permitida pela FIA durante o GP da China disputado ontem. O dispositivo foi acionado na pequena reta entre as curvas 14 e 15, a seguinte ao retão principal do Circuito Internacional de Xangai. Isso aconteceu por um erro no software da própria entidade reguladora, que enviou a liberação o uso da asa com um pequeno atraso naquela volta.

Como a asa volta ao normal automaticamente quando o piloto toca no freio, ela voltou à posição inicial na curva 14 e, como o sinal ainda estava liberado, abriu brevemente quando o piloto voltou a acelerar.

Por isso, o incidente não infligiu em nenhum tipo de punição ao piloto espanhol. Os comissários consideraram que ele, de certa forma, foi prejudicado naquela volta por não ter recebido o sinal na zona onde deveria. E, em cima disso, que o acionamento da asa na reta seguinte não significou nenhuma vantagem significativa para Alonso.

Se durante os treinos o uso da asa móvel é liberado, nas corridas o dispositivo só funciona quando acende no volante uma luz enviada pela FIA liberando a utilização. Se a luz estiver apagada, o piloto pode apertar o botão que a lâmina superior da asa traseira não abre.

O TotalRace apurou que o problema de atraso no envio do sinal enviado à Ferrari de Fernando Alonso também ocorreu em carros de outras equipes, tanto no GP da China como nas corridas anteriores. A FIA estuda o ocorrido para solucionar o problema.

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