Ficando no Q1, Nasr lamenta falta de temperatura nos pneus

Atrás do companheiro Marcus Ericsson, piloto brasileiro renova ânimo para corrida: “Tudo pode acontecer”

Felipe Nasr, Sauber C35

XPB Images

Felipe Nasr, Sauber F1 Team
Felipe Nasr, Sauber C35
Felipe Nasr, Sauber C35
Felipe Nasr, Sauber C35
Felipe Nasr, Sauber F1 Team
Felipe Nasr, Sauber C35

Em mais um final de semana difícil com o carro da Sauber neste ano, Felipe Nasr não conseguiu nada melhor que um 18º lugar no treino classificatório para o GP da Malásia, a ocorrer neste domingo.

O brasileiro foi batido pelo companheiro de equipe Marcus Ericsson, e culpou a falta de temperatura no asfalto no momento da classificação. Com o tempo nublado, o piloto não pôde aquecer suficientemente seus pneus dianteiros e não fez uma boa volta.

“A temperatura nos surpreendeu um pouco”, iniciou em entrevista ao SporTV.

“Ela abaixou bastante, e os pneus dianteiros nesta última tentativa não entraram na temperatura. Essa foi a maior dificuldade.”

“Sempre faltava aderência no primeiro setor, por isso não consegui extrair tudo. A volta foi limpa e boa, mas no primeiro setor o carro estava dianteiro.”

“A corrida é longa amanhã. Tudo pode acontecer. Acho que estamos brigando nesta mesma zona. Não teríamos como entrar no Q2, então vamos pensar na corrida.”

Falando ao Motorsport.com, Nasr explicou que problemas nos cobertores térmicos fizeram com que os pneus não estivessem na temperatura.

"O problema foi nos cobertores térmicos. Você os ajusta para uma temperatura, mas quando você coloca os pneus no carro eles estão mais frios - cerca de quatro graus a menos do que o ideal. O bom é que trocaremos esses cobertores para o próximo ano, devido às mudanças nas dimensões dos pneus. Mas hoje tivemos o dia comprometido por isso", disse.

Sobre o C35, o brasileiro destacou que a equipe obteve avanços no carro. "Conseguimos evoluir. Se você olhar para Silverstone e Hockenheim, éramos os últimos do grid. Depois que implementamos o novo pacote, voltamos a andar entre 16º e 18º nas últimas corridas, realmente tivemos avanços", afirmou.

"Mas isso não é suficiente, precisamos de mais - acredito que mais meio segundo e conseguiremos brigar no meio do pelotão. Teremos mais uma atualização em Suzuka, que acredito que será a última do ano - a esta altura do campeonato, a maior parte dos esforços já está no carro do próximo ano", comentou.

Reportagem adicional por Oleg Karpov

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