Hamilton: não é fácil se manter no topo por tanto tempo

Piloto da Mercedes falou sobre o desafio de manter um bom equilíbrio entre as diversas áreas, da condição física ao contato com engenheiros

Hamilton: não é fácil se manter no topo por tanto tempo

Lewis Hamilton chega a 2021 buscando fazer história na Fórmula 1. Caso consiga manter a boa forma vista nos anos anteriores e chegar a mais um título, será o primeiro octacampeão da história do Mundial, superando a marca que divide atualmente com Michael Schumacher. E para o britânico, não é nada fácil se manter no ápice por tanto tempo.

Após o primeiro título, conquistado em 2008 após uma intensa disputa contra Felipe Massa, levou seis anos para que Hamilton voltasse a conquistar um Mundial, mas com o início da era turbo híbrida da F1, a parceria com a Mercedes tornou-se uma força dominante do esporte, acumulando dezenas de vitórias e mais seis taças em apenas sete anos.

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Em 2020, Hamilton quebrou diversos recordes na F1, como o de piloto com mais vitórias e pódios, além de seguir aumentando sua própria marca de pole positions e busca seguir a mesma boa forma em 2021, apesar de um início conturbado, com o carro da Mercedes apresentando diversos problemas de equilíbrio durante a pré-temporada.

Falando com jornalistas durante os testes no Bahrein, no último fim de semana, Hamilton falou sobre os desafios de manter a forma e seu ápice de performance na busca pelo octa.

“Em termos de consistência, voltar à forma ano após ano, acho que esse é um dos maiores desafios que qualquer atleta ao redor do mundo enfrenta. Mas, como vocês sabem, o desafio é de sempre tentar melhorar e não deixar escapar outras áreas que você precisa ser forte. Focar em áreas mais fracas”.

Mas para Hamilton, um dos grandes desafios é conciliar as diversas áreas que envolvem o esporte e vão além da sua forma física.

“Mas fazer isso, não é nada fácil. Passei por momentos em que eu melhorei algumas áreas, mas outras acabaram perdendo um pouco, e isso depende muito da colaboração, trabalhar junto com os engenheiros é desafiador, ter eles te desafiando, e vendo áreas que precisam melhorar nesse trabalho conjunto, além dos níveis de energia, forma física e saúde mental”.

“Acho que esses são fatores muito importantes, elementos que você precisa buscar e, naturalmente, estamos sempre no limite como atletas de ponta e competidores. É um balanço muito difícil de se obter”.

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