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Pneus e DRS revolucionam índices de ultrapassagem na F-1

Pilotos comemoram aumento de quase 400% nos últimos três anos, mas reconhecem que às vezes é fácil demais passar

Depois de 10 anos com média de 15 ultrapassagens por GP, a Fórmula 1 vem passando por uma revolução nas últimas três temporadas. Após a tentativa fracassada de mudar os carros para melhorar as disputas, em 2009, a solução foi alterar o regulamento esportivo, com um pacote de medidas adotado em 2011, com asa traseira móvel e pneus Pirelli, projetados para ter alto desgaste.

O efeito foi imediato e a média dos últimos três anos é de 58,9 ultrapassagens por prova. No primeiro GP do ano, na Austrália, as 59 manobras representaram um novo recorde para o circuito de Albert Park, no calendário desde 1996. Na segunda prova, na Malásia, foram 56 manobras. Contudo, se os números mudaram da água para o vinho, a qualidade das disputas na pista é questionada.

A asa móvel, ou DRS, é criticada por tirar a chance de defesa. Afinal, apenas o piloto que está a menos de 1s de seu rival pode ativá-la, ganhando cerca de 10km/h na reta. “Há ultrapassagens reais, agressivas, sem o DRS. E há também as fáceis, em que você passa o carro antes da freada”, reconhece Felipe Massa, da Ferrari. “Da mesma forma, há as defesas impossíveis, quando o carro de trás usa a asa e passa fácil e aquelas em que dá para lutar.”

O piloto brasileiro admite que “hoje há mais ultrapassagens fáceis do que difíceis em função do regulamento”. Porém, lembra que a falta de manobras sempre foi um grande problema na Fórmula 1 que, diferentemente de outras categorias, conta com diversos construtores, aumentando a disparidade entre os carros. “É claro que essas novas regras são mais legais para o show.”

Mark Webber, da Red Bull, salienta que o fator mais determinante para o aumento das ultrapassagens é o desgaste de pneus, que provoca diferenças bem maiores de rendimento entre os carros: enquanto a asa aumenta a velocidade durante uma reta, um pneu gasto pode gerar uma queda de 3 a 4s por volta. “Acho que o DRS tem um papel importante no aumento do número de ultrapassagens, mas os pneus também. A porcentagem é provavelmente 70% pelos pneus e 30% pelo DRS. Sabemos que, quando estamos lutando com alguém que está em uma estratégia diferente, dá para ultrapassar muito mais fácil. E também quem está com dificuldade com os pneus não vai lutar muito.”

Para o australiano, isso não é nem bom, nem ruim. É apenas um tipo de corrida diferente. “Talvez as disputas não sejam tão fortes como no início dos anos 2000 porque naquela época os pilotos forçavam mais pelo fato das manobras serem muito mais difíceis. Ainda há corrida de verdade, mas o jogo é mais voltado à economia”, define.

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