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Renault prevê motor melhorando “gradualmente” em 2016

Equipe de pesquisa e desenvolvimento da montadora francesa na Fórmula 1 está otimista com desempenho, mas mantém pés no chão

Red Bull Racing, Renault Sport F1 29
Renault F1 Team logo
Christian Horner, Red Bull Racing Team Principal, and Cyril Abiteboul, Renault Sport F1 Managing Director
Vitaly Petrov, Renault F1 Team, lollipop
Red Bull Racing, Renault Sport F1 29
Cyril Abiteboul, Renault Sport F1 Managing Director
Romain Grosjean, Lotus F1 E23 passa por uma propaganda da Renault

Após uma briga pública com a Red Bull na última temporada pelo fraco desempenho, a Renault chega em 2016 precisando provar que pode voltar ao topo. Com uma unidade de potência com grande déficit em linha reta e pouca confiabilidade, a montadora tem bastante trabalho a fazer neste inverno europeu.

Para Mario Illen, comandante da Ilmor, que presta assistência à Renault no desenvolvimento de seus motores, todos verão a melhora da unidade francesa ao longo deste ano.

"Vamos progredir gradualmente. Espero que possamos ver nosso progresso desde o início da temporada", disse Illien à revista alemã Auto Motor und Sport.

"Com os 32 tokens de desenvolvimento, podemos mudar muita coisa. Mas o tempo não permite. Agora precisamos ver, em cooperação com a Renault, o que é possível fazer em um tempo limitado.”

"Depende das ideias. É aí onde o foco deve ser colocado. Fazer o que é possível em tempo limitado. Devemos agora já planejar a longo prazo para além de 2016."

Apesar do otimismo, Illien admite que a melhora para chegar em Mercedes e Ferrari – que conquistaram vitórias em 2015 – vai demorar tempo.

"Isso provavelmente vai demorar mais de um ano. Eles também irão progredir", disse ele.

Em 2016, a Renault vai fornecer motores à sua própria equipe, que adquiriu a Lotus em dezembro, e à Red Bull, sob a marca de TAG Heuer. Time B da Red Bull, a Toro Rosso, que desde 2014 usava Renault, volta em 2016 aos motores Ferrari.

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