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Senna admite aprendizado difícil e diz que equipe está satisfeita

Piloto segue na mesma linha do chefe da Renault, o francês Eric Boullier: "Ele cumpriu com o que esperávamos"

O brasileiro Bruno Senna

Bruno Senna admitiu que teve dificuldades com o aprendizado nessa volta à F-1 no meio da temporada, pela Renault, e reconhece que suas chances de permanecer na categoria estão diretamente ligadas à equipe, a qual defende como titular desde o GP da Bélgica.

“Em termos de aprendizado, tem sido muito difícil. Comecei no meio [da temporada] e teve de aprender a usar o Kers e a asa móvel, e a falta de experiência e quilometragem me atrapalharam um pouco”, afirmou ao Arena SporTV.

O brasileiro, que substituiu o veterano Nick Heidfeld, confirmou que ainda não tem contrato para o ano que vem, mas reiterou que a Renault está satisfeita com seu trabalho. “A intenção é ficar. Na F-1 é tudo relacionado à performance e a equipe está feliz comigo.”

Ao menos foi o que o chefe de Senna, Eric Boullier, declarou ao site oficial da F-1.

“Acho que ele cumpriu com o que esperávamos. Parte do plano para voltar a ser um time grande era que definitivamente precisamos usar a experiência e jovens muito rápidos. Então, sim, ele cumpriu com o que esperávamos e agora é ver se ele – e Vitaly [Petrov] também – podem render mais no futuro.”

Falando ao jornal O Estado de S. Paulo, Senna reconheceu que o dinheiro também influirá na decisão do time, que ano que vem passará a se chamar Lotus.

“Depende de Kubica, de Grosjean, de patrocínio, muitas coisas que, infelizmente, não estão sob meu controle. Temos de juntar todos os fatores.”

Falando sobre o possível retorno de Kubica, que se recupera de acidente de rali sofrido em fevereiro, Senna afirmou que “a equipe não vai esperar até o meio do ano que vem para decidir. Espero que não demore tanto.”

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