Pular para o conteúdo principal

Recomendado para você

Fora do grid da F1, Tsunoda negocia mudança para a Indy

Indy
Fora do grid da F1, Tsunoda negocia mudança para a Indy

Motorsport.com transmite NASCAR em New Hampshire; saiba horários e como assistir

NASCAR Cup
New Hampshire
Motorsport.com transmite NASCAR em New Hampshire; saiba horários e como assistir

F1: Mercedes aponta erro de cálculo que prejudica McLaren em 2026

Fórmula 1
F1: Mercedes aponta erro de cálculo que prejudica McLaren em 2026

Indy: Confira horários e onde assistir à estreia da etapa de Washington, com Collet

Indy
Indy: Confira horários e onde assistir à estreia da etapa de Washington, com Collet

NASCAR Brasil: Confira horários e como assistir à etapa de Londrina

NASCAR Brasil
Londrina
NASCAR Brasil: Confira horários e como assistir à etapa de Londrina

Jorge Martelli reencontra pista de Londrina, um dos seus traçados prediletos na NASCAR Brasil

NASCAR Brasil
Londrina
Jorge Martelli reencontra pista de Londrina, um dos seus traçados prediletos na NASCAR Brasil

Murilo Rocha volta a acelerar em Londrina pela NASCAR Brasil defendendo a liderança no Rookie of the Year

NASCAR Brasil
Londrina
Murilo Rocha volta a acelerar em Londrina pela NASCAR Brasil defendendo a liderança no Rookie of the Year

NASCAR Cup: Zilisch substituirá Bowman na Hendrick a partir de 2028

NASCAR Cup
NASCAR Cup: Zilisch substituirá Bowman na Hendrick a partir de 2028
Últimas notícias

Williams deve poder usar motores Renault apenas em fevereiro de 2012

De acordo com diretor técnico da montadora, Jean-Francois Caubet, possibilidade de usar o propulsor não deve acontecer nem no teste de novatos

Damon Hill pilota um Williams equipado com motor Renault em 1993

Nova parceira da Renault a partir da próxima temporada, a Williams pode ter de esperar até fevereiro para poder testar os motores franceses em seus carros.

De acordo com o diretor técnico da montadora, Jean-Francois Caubet, a possibilidade de usar o propulsor não deve acontecer nem no teste de novatos, que acontece após o término da temporada em Abu Dhabi.
 
"Teremos sempre a mesma filosofia. Provavelmente, não o fim deste ano, mas o início do próximo", diz Caubet, destacando que a aliança com a Williams se deu por conta dos bons relacionamentos no passado. 
 
"É uma parceria importante, pois a meta da Renault era cobrir quatro equipe e temos uma história fantástica com a Williams no passado, por conta da qualidade do relacionamento. Então, escolher a Williams era algo bem natural", conta.
 
"Como a situação dos motores V6 foram atrasadas um pouco, pedimos uma autorização de Jean Todt (por uma quarta equipe para fornecermos motores) e ele disse que sim. Por uma perspectiva técnica e de marketing, é um acordo munto bom", destaca Caubet, que quer ser parceiro das melhores equipes, mas sem comprar parte de ninguém.
 
"Queremos desenvolver uma parceria técnica com as melhores equipes e a Red Bull é uma delas. Queremos também desenvolver patrocínios, para evitar apenas uma comunicação técnica, mas não é meta da Renault comprar ações de outros times", continua o diretor, destacando a satisfação da montadora em seguir na categoria.
 
"Temos um comprometimento de longo termpo, mas é muito cedo para assinarmos os contratos de 2014. Contudo, esses contratos terão cinco anos, então estamos felizes em estar em uma F-1 bastante estável", completa.
Artigo anterior Saiba mais do GP da Inglaterra, palco da corrida deste domingo
Próximo artigo Maldonado: motivação dupla para fazer boa prova na Inglaterra

Principais comentários