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Lewis Hamilton, Mercedes-AMG George Russell, Mercedes-AMG

Segundo o australiano Peter Windsor, jornalista de Fórmula 1 e ex-membro das equipes Williams e Ferrari na categoria, o piloto britânico George Russell, da Mercedes, "já está mostrando" por que o time favorecia o finlandês Valtteri Bottas nas negociações dos últimos anos.

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A fala de Windsor vem após novo momento de tensão entre o jovem inglês e seu companheiro e compatriota Lewis Hamilton no GP do Japão, depois de o veterano ter afirmado que poderia ter feito mais que Russell em Singapura, quando George bateu na briga pelo pódio em Marina Bay.

Na cidade-estado, Russell estava à frente de Hamilton quando ambos perseguiam o inglês Lando Norris, da McLaren, mas George não conseguiu passar e ainda bateu, de modo que Lewis herdou o pódio em Singapura. O heptacampeão, porém, fez questão de dizer que teria ultrapassado Norris.

Depois, em Suzuka, Russell estava à frente de Hamilton nos estágios finais da prova nipônica, mas com pneus mais velhos, com ritmo inferior. George, então, pediu que Lewis o protegesse do ataque do espanhol Carlos Sainz, que vinha logo atrás das Mercedes com sua Ferrari, mas não adiantou.

Na verdade, Hamilton logo disse que a tática não fazia sentido e Russell teve de se contentar com a ordem de ceder a posição ao veterano e com o fato de que Sainz também o passou, com George terminando em sétimo na terra do sol nascente. Mais um dia difícil para o jovem da Mercedes F1.

Para Windsor, ficou claro que o clima não está bom entre Russell e Hamilton: “Há claramente algo errado entre os dois, e isso não é bom. Suponhamos que a Mercedes tenha um carro que possa vencer o campeonato e que essas lutas sejam pelo título. Imagine o que pode acontecer".

“O bom é que [agora] são apenas ‘disputas menores’. Acho que a única coisa que poderia ser dita depois, na sala de reuniões, é: 'Isso é realmente tão importante?'. Então, se a Mercedes estiver realmente em uma situação em que poderá alcançar resultados mais sérios em 2024, como resolverá o desequilíbrio entre Lewis e George? Este é um problema realmente grande", seguiu o australiano em seu canal de YouTube.

"Lewis queria que ele (Valtteri) continuasse no time, não só porque gostava de Bottas, mas porque eles poderiam encontrar o equilíbrio certo para o time. Ele podia sentir isso. Acho que tudo ficou ainda mais evidente no GP do Japão", completou Windsor.

Russell chegou à Mercedes em 2022, substituindo Bottas, que defendeu a escuderia até o fim de 2021. Entretanto, para muitos, a ida de George para as Flechas de Prata apenas no ano passado foi muito demorada, uma vez que o jovem já mostrava ótimo desempenho desde 2019 na Williams.

Com isso, no fim de 2020, especialmente após Russell performar bem em substituição a Hamilton no GP de Sakhir, quando Lewis havia contraído Covid-19, falava-se da ida do júnior da Mercedes à equipe anglo-germânica já em 2021, mas Bottas acabou mantido por mais uma temporada.

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