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Wolff critica ambiente “oportunista” e “manipulador” da F1 e reclama de chefes de outras equipes

Chefe da Mercedes fala de como o ambiente da maior categoria do automobilismo mundial se transformou durante parada por coronavírus

Toto Wolff, Executive Director (Business), Mercedes AMG

Muito se fala sobre o jogo de interesses entre equipes, fabricantes, federação, FOM, promotores e outras partes responsáveis por uma corrida de F1. Durante a paralisação ocasionada pela crise do coronavírus, que não deixou a temporada de 2020 sequer começar, o lado político veio à tona mais do que nunca.

É o que garante Toto Wolff, chefe da Mercedes, equipe mais bem-sucedida da F1 desde o início da era híbrida da F1, em entrevista à ESPN britânica. Durante a parada da pandemia, um novo teto orçamentário ainda está sendo definido para a categoria, assim como a postergação de um novo pacote de regras técnicas e esportivas, que acabou sendo colocado para entrar apenas em 2022.

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"Estou nesse esporte desde 2009, com a Williams, e nunca vi tanto oportunismo e manipulação", disse ele. "Há lados do esporte que eu questiono e, às vezes, o próprio esporte se tornou pano de fundo e não mais o principal.”

"Aprendi muito sobre várias pessoas e, tanto quanto sei que este é um ambiente altamente político e todo mundo tenta conseguir um benefício, eu diria que esses últimos seis meses foram os momentos mais políticos na F1 que eu já fiz parte."

Wolff também criticou alguns colegas que aproveitaram para falar utilizando a mídia.

“Você pode ver claramente que há pessoas que sentem a necessidade de se comunicar pela mídia.”

"Mas no final, tudo isso é irrelevante. Amamos o esporte é porque tudo se resume ao desempenho. Quando é dada a largada, as besteiras param. E as besteiras vão parar em breve e depois todas essas entrevistas e todas essas opiniões se tornam irrelevantes."

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