Di Grassi celebra no México: “Não sei se foi sorte ou Deus”

Brasileiro tem dia de sonho no Autódromo Hermanos Rodriguez depois de ir de último a primeiro lugar

Di Grassi celebra no México: “Não sei se foi sorte ou Deus”
Podium: winner Lucas Di Grassi, ABT Schaeffler Audi Sport
Lucas di Grassi, ABT Schaeffler Audi Sport
Podium: winner Lucas Di Grassi, ABT Schaeffler Audi Sport
Lucas di Grassi, ABT Schaeffler Audi Sport
Race winner Lucas Di Grassi, ABT Schaeffler Audi Sport
Podium: winner Lucas Di Grassi, ABT Schaeffler Audi Sport

Lucas di Grassi teve um dia memorável neste sábado (1) no México. Depois de se classificar em 18º e largar em 15º devido a punições, o piloto levou uma batida na traseira que danificou seu carro ainda na primeira volta.

Indo de mal a pior, o brasileiro teve de parar na volta cinco para trocar a parte traseira de seu carro, e se juntou ao pelotão quando o Safety Car veio à pista. Depois, ele arriscou: com apenas 17 voltas das 45 completadas, ele trocou de carro. O piloto economizou a energia de seu segundo carro com maestria após as paradas dos outros concorrentes.

Ainda ajudado por um Safety Car, ele conseguiu triunfar no México de maneira incrível um ano após ser desclassificado depois de ganhar por um de seus carros estar 1,8 kg abaixo do peso.

"Para ser honesto, não sei se foi sorte, se foi Deus... Depois do que aconteceu no ano passado (com a vitória e a desclassificação), eu tive um pouco de sorte agora”, disse após sua quinta vitória na F-E.

“Os mecânicos fizeram um trabalho fantástico e juntos conseguimos fazer uma imensa economia de energia durante a segunda parte da corrida para chegar até o final".

"Depois do pit stop eu comecei a achar que poderíamos vencer por causa da distância que eu tinha na frente. Mas depois do segundo safety car todo mundo chegou e eu tinha muito menos energia. Tive de dar o meu melhor; tive que usar o sistema de recuperação de energia ao máximo, fazer a mais eficiente linha de pilotagem e levar o carro para casa".

"Isso mostra como na Fórmula E você pode ir do céu ao inferno e vice-versa. Tive um classificatório ruim com a 18ª posição, acabei largando em 15º por conta de punições a outros pilotos; tive de fazer uma parada para trocar a asa traseira, e ainda consegui vencer. Eu não poderia estar mais feliz".

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