Aprilia se diz pronta para ter equipe satélite em 2018

Romano Albesiano, chefe do time italiano, diz que Aprilia deve estar preparada para fornecer motos a um time satélite a partir da próxima temporada

Aprilia se diz pronta para ter equipe satélite em 2018
Sam Lowes, Aprilia Racing Team Gresini
Sam Lowes, Aprilia Racing Team Gresini
Aleix Espargaro, Aprilia Racing Team Gresini
Aleix Espargaro, Aprilia Racing Team Gresini
Aleix Espargaro, Aprilia Racing Team Gresini
Aleix Espargaro, Aprilia Racing Team Gresini
Aleix Espargaro, Aprilia Racing Team Gresini
Bike of Sam Lowes, Aprilia Racing Team Gresini
Bike of Aleix Espargaro, Aprilia Racing Team Gresini
Sam Lowes, Aprilia Racing Team Gresini
Aleix Espargaro, Aprilia Racing Team Gresini; Marc Marquez, Repsol Honda Team
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A Aprilia retornou à MotoGP em 2015, mas basicamente com uma moto de produção, tendo introduzido um protótipo de fato em 2016. Houve avanço com a RS-GP na temporada passada e no GP do Catar, que abriu a temporada, Aleix Espargaró terminou em sexto, logo atrás da dupla da Honda, Marc Márquez e Dani Pedrosa.

A operação da Aprilia na MotoGP é gerenciada em parceria com a Gresini e não é classificada como a de uma equipe de fábrica. Romano Albesiano, chefe do time italiano, diz porém que a porta está aberta para fornecer motos a uma equipe satélite na próxima temporada.

"Não entramos em conversas deste tipo. Entretanto, existe a possibilidade. No momento, estamos focados em desenvolver a moto, mas gostaríamos de ter uma equipe satélite e devemos estar prontos para fazer isso em 2018", disse Albesiano ao diário italiano La Gazzetta dello Sport. 

"Temos uma operação relativamente pequena e com um time satélite deveríamos nos estruturar de modo apropriado, mas não podemos fazer isso. Uma equipe satélite certamente seria vantajoso para nós, em termos econômicos, técnicos e esportivos."

Apenas Ducati (seis motos em três equipes), Honda (três motos em duas equipes) e Yamaha (duas motos para uma equipe) fornecem equipamento para times satélite.

A Dorna, promotora da MotoGP, já havia declarado que deseja um grid de 24 motos, formado por seis fabricantes - cada uma com duas motos de fábrica e duas satélites.

Com a KTM e a Suzuki tendo mostrado interesse em expandir a presença na categoria no próximo ano e se a Aprilia encontrar uma parceira, a visão da Dorna pode se tornar realidade em 2018.

Objetivo é melhorar ritmo em volta rápida

Albesiano acrescentou que a Aprilia está satisfeita com os avanços na RS-GP, que tem impressionado Espargaró desde a chegada ao time - com o espanhol destacando as qualidades da moto em ritmo de corrida. Entretanto, o ritmo de classificação ainda precisa de ajustes.

“As coisas estão melhores do que esperávamos", disse o dirigente. "O resultado no Catar confirma que nossa moto, independentemente de quem a pilota, possui características que se destacam no ritmo de corrida."

"Agora precisamos trabalhar no ritmo de classificação, especialmente em termos de acerto da moto e na eletrônica. Já estamos focando nisso neste final de semana (do GP da Argentina), embora não saibamos quanto tempo levaremos para encontrar uma solução", completou.

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