Casagrande admite corrida "muito conservadora", mas celebra título "emocionante e tenso" na Stock Car

Paranaense da A.Mattheis Vogel celebrou bicampeonato após terminar em 21º na segunda corrida da final

Gabriel Casagrande

Gabriel Casagrande

Marcelo Machado de Melo

ArcelorMittal

ArcelorMittal, o aço da Stock Car

Gabriel Casagrande celebrou neste domingo (17) o bicampeonato da Stock Car Pro Series, um título que veio de forma dramática, após o piloto da A.Mattheis Vogel terminar apenas em 21º a segunda corrida da final em Interlagos.

Após uma importante ultrapassagem sobre Rafael Suzuki na volta final da corrida 1 para terminar na terceira posição, Casagrande largou em oitavo para a prova derradeira da temporada.

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Mas com uma largada "muito conservadora", como ele mesmo classifica, Casagrande teve uma prova dramática, terminando apenas na 21ª posição. Seu rival, Daniel Serra, precisava vencer para virar o jogo, mas acabou terminando fora do top 10, confirmando o título para o piloto paranaense.

Após o fim da corrida, Casagrande falou com o Motorsport.com e disse que estava emocionado por confirmar o bicampeonato.

"[A ficha] Caiu demais, estou aproveitando demais. É uma emoção muito grande poder confirmar esse segundo título. A gente chegou aqui como líder do campeonato, fizemos o que precisávamos e estou muito contente. Só tenho a agradecer a toda a equipe por tudo que eles me proporcionaram ao longo do ano".

"Foi um ano de altos e baixos que terminou de uma forma muito emocionante, muito tensa, mas a gente fez o que era suficiente para levar esse caneco, e com certeza, no ano que vem vamos estar brigando de novo".

Sobre a segunda corrida, Casagrande admite que foi muito conservador, mas afirma que isso foi uma consequência da posição na qual se encontrava.

"Eu fui muito conservador na largada da segunda corrida. Confesso que não deveria ter sido tanto, mas não tem como, disputando o título, sabendo que tinha uma vantagem de pontuação, não poderia me colocar em posição que fosse me render incidente maior, e que eu poderia ser considerado culpado, porque a gente nunca sabe qual vai ser a interpretação dos comissários".

"Então fiz uma corrida totalmente conservadora, acabei perdendo muitas posições por isso e é o ônus de estar nessa posição. O pessoal até se folga um pouco nas disputas de posição, mas eu acho que é absolutamente normal e natural".

"Eles estão ali lutando pelo deles também, e eu estava fazendo a minha parte, eles fazendo a deles de tentar fazer uma excelente corrida final. Eu fiz o que precisava, que era cruzar a linha de chegada e esperar que o Daniel não chegasse na posição que ele precisava". 

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