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Entrevista

Próximo de grande projeto, Jimenez diz: “quero ser campeão”

Em entrevista exclusiva ao Motorsport.com, Sergio Jimenez diz que negocia com projeto grande para a temporada 2017 da Stock Car; para piloto, acerto "será uma surpresa para o mercado"

Sergio Jimenez
Sergio Jimenez
Sergio Jimenez e Beto Cavaleiro
Sérgio Jimenez
Carro de Sérgio Jimenez e Beto Cavaleiro
#3 Belgian Audi Club Team WRT Audi R8 LMS GT3: Sergio Jimenez
Sergio Jimenez
Sergio Jimenez
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Sergio Jimenez
Sérgio Jimenez, Dennis Dirani e Ruben Carrapatoso
Rodrigo Baptista e Sergio Jimenez
Sérgio Jimenez
Sergio Jimenez
Sergio Jimenez

Nas últimas três temporadas da Stock Car, Sérgio Jimenez atuou por três equipes diferentes - Cimed Racing em 2014 (quando ainda era Voxx Racing), C2 em 2015 e na Cavaleiro Sports em 2016.

Sem seguir no time para o próximo ano, Jimenez concedeu uma entrevista exclusiva para o Motorsport.com, na qual abordou as temporadas recentes e revelou ter propostas para um projeto maior, tanto em tempo quanto em estrutura, para a temporada 2017 da Stock Car.

"Eu tenho algumas coisas muito boas rolando, acho que será uma surpresa para o mercado. Ainda não é 100% e eu não posso falar nada, mas é um negócio muito interessante. É um projeto como os das grandes empresas", disse Jimenez, que em seguida resumiu o que foram, para ele, os últimos anos na categoria.

“As coisas nunca foram fáceis na minha carreira. Sempre foi muito difícil, mas sempre consegui chegar – quase cheguei à Fórmula 1, andei na GP2 mesmo com as dificuldades financeiras. Na Stock foi difícil também, mas consegui um parceiro – a Cimed. Eu trouxe eles para cá, fizemos um grande projeto”, afirmou.

“Depois entrei na C2, que era uma equipe nova e precisava de muitos ajustes. A gente conseguiu organizar e fazer funcionar – venci com eles, conquistei pódios. No entanto, não consegui ficar lá, pois o Julio (Campos) terminou sem emprego com a saída da Prati e tinha sociedade na equipe, então acabou indo para lá.”

“Eu ia fechar com o Mico, mas ele perdeu o patrocínio e acabei fechando com a Cavaleiro, que me acolheu muito bem – o Beto foi um grande cara para mim neste ano – e fizemos a mesma coisa. Quando eu entrei, ninguém conhecia ninguém, fomos colocando os mecânicos no lugar, ajeitando as peças e levei três pessoas de confiança para o time.”

"Organizamos as coisas e crescemos bastante – o top-10 era nossa realidade. Mas depois disso, é o que falei: trabalho no carro e continuidade. É muito mais fácil chegar, sentar no carro, colocar o capacete e brigar pela primeira posição."

Ao analisar as dificuldades, Jimenez ressalta que sempre preferiu olhar para o lado positivo de cada situação, ainda que os problemas acabassem desanimando um pouco. "De todos estes anos, eu tenho que tirar algo positivo - e é o que tenho feito. Muitas vezes a gente pensa 'pô, de novo isso'. Mas é como se Deus viesse e sempre desse um sopro para a gente continuar", destacou.

Sobre o futuro e o projeto que busca, Jimenez não escondeu a pretensão: ser campeão da Stock Car. "Quero sentar em um projeto e conseguir fazer um trabalho bacana, evoluir com esse projeto. Quero ser campeão da Stock Car, acho que tenho capacidade para isso. A categoria está muito competitiva e o nível dos pilotos tem aumentado cada vez mais, estou orgulhoso de estar aqui."

“Ainda não tenho nada acertado, mas ver que tem muita coisa acontecendo me deixa feliz, pois o pessoal tem dado valor à minha história. Minha intenção é ter um projeto de médio prazo, com investimentos bacanas. Quero chegar num final de semana mais tranquilo, entrar em um carro e só pensar em acelerar.”

Criação de base da Cimed

Jimenez, que foi um dos que esteve no início do projeto que hoje é bicampeão da Stock Car, considera-se parte integrante da construção da melhor equipe da categoria na atualidade e destaca que o sucesso do time serve de exemplo para que outras empresas invistam como a Cimed investiu - que é justamente o que o piloto busca nas negociações em que está envolvido.

“No projeto da Cimed, eu posso dizer que negociei a equipe, junto com o pessoal e com o suporte do João (Adibe) me dando a base para avançar. Eu me considero parte daquilo, infelizmente não conseguimos dar continuidade em 2015, mas é um grande projeto. Já são quatro anos de trabalho, dois anos com títulos.”

“Eles merecem tudo, o pessoal é trabalhador e estão fazendo uma bela gestão. Então isso é bom para o esporte, bom para o automobilismo. Todos estão vendo que trabalho sério e paciência – pois nada acontece da noite para o dia no esporte a motor – dá resultado. Precisa de grana, de paciência, formar um time. É essencial ter harmonia, o final de semana é curto – isso faz toda a diferença.”

“As empresas estão percebendo isso, então a tendência é as coisas crescerem aqui na Stock Car. Se tudo caminhar bem, farei parte de mais um projeto deste”, completou.

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