F1: Acidente de Grosjean gera inovações em Paul Ricard

Circuito francês aprimorou equipamentos dos veículos de intervenção

F1: Acidente de Grosjean gera inovações em Paul Ricard

O circuito de Paul Ricard aprimorou os equipamentos de seus veículos de intervenção, aplicando as lições aprendidas com o acidente de Romain Grosjean no GP do Bahrein do ano passado. 

O acidente sofrido por Romain Grosjean na Fórmula 1 em 2020, durante o GP do Bahrein, deve servir a um propósito. Se a corrente de circunstâncias colocar à prova os diversos elementos de segurança já implantados na categoria, também levará os especialistas e todas as partes envolvidas a aprender lições para melhorar ainda mais a proteção dos pilotos e trabalhadores nos circuitos.

Leia também:

FIA divulgou recentemente um relatório completo do acidente, do qual Grosjean saiu sem ferimentos graves, mas com queimaduras significativas na mão. Após esse relatório, começa a busca por possíveis medidas para melhorar a segurança.

Além do trabalho realizado pela federação, outras organizações também começaram a trabalhar em soluções que já podem ser fornecidas. É o caso do Circuito Paul Ricard, que no inverno europeu avançou na segurança das pistas.

Já haviam anunciado a instalação de novos painéis de luz, mas agora também renovaram os seus veículos de intervenção. 

Tomando a iniciativa de melhorar os seus próprios procedimentos, o circuito francês quis melhorar os tempos de reação em caso de incidente no início de uma corrida e, como resultado, fortaleceu o sistema de carros médicos.

A partir de agora, o veículo transporta três pessoas: um enfermeiro, um médico e um bombeiro. O equipamento deste último sofreu alterações significativas, visto que poderá intervir diretamente num possível incêndio graças a um novo extintor portátil, com uma capacidade oito vezes superior à de um extintor normal.

É importante lembrar que, no contexto de uma corrida de F1, os procedimentos de segurança ainda são gerenciados e controlados pela FIA. Portanto, o carro médico da pista Le Castellet e seu novo extintor só afetam as competições nas quais o circuito está no controle dos procedimentos.

No entanto, esses avanços se concentram em como cada membro do automobilismo pode aprender lições com os acontecimentos, com o objetivo de melhorar a segurança de todos os envolvidos nas corridas, que vai muito além da F1.

Paul Ricard garante tempos de resposta extremamente curtos. Lembramos que o carro médico intervém entre 60 e 90 segundos após o anúncio de um incidente; a ambulância 30 segundos depois (dependendo da distância); e a evacuação de uma pessoa ferida leva de três a 45 minutos, dependendo da natureza das lesões.

 

Galeria: veja as fotos da que foi realizado em Paul Ricard

1/13

Foto de: Morgan Mathurin

Equipes de segurança do circuito Paul Ricard
Equipes de segurança do circuito Paul Ricard
2/13

Foto de: Morgan Mathurin

3/13

Foto de: Morgan Mathurin

4/13

Foto de: Morgan Mathurin

5/13

Foto de: Morgan Mathurin

6/13

Foto de: Morgan Mathurin

7/13

Foto de: Morgan Mathurin

8/13

Foto de: Morgan Mathurin

9/13

Foto de: Morgan Mathurin

10/13

Foto de: Morgan Mathurin

11/13

Foto de: Morgan Mathurin

12/13

Foto de: Morgan Mathurin

13/13

Foto de: Morgan Mathurin

F1: Nova ORDEM de forças? Veja análise DETALHADA sobre como Mercedes pode PERDER briga para Red Bull

Assine o canal do Motorsport.com no Youtube

Os melhores vídeos sobre esporte a motor estão no canal do Motorsport.com. Inscreva-se já, dê o like (joinha) nos vídeos e ative as notificações, para sempre ficar por dentro de tudo o que rola em duas ou quatro rodas.

PODCAST: Batalhas entre Hamilton e Verstappen ditarão temporada 2021 da F1?

 

compartilhar
comentários
Pietro Fittipaldi correrá na European Le Mans Series de LMP2
Artigo anterior

Pietro Fittipaldi correrá na European Le Mans Series de LMP2

Próximo artigo

Automobilismo é muito lucrativo, diz a lenda de Le Mans Tom Kristensen

Automobilismo é muito lucrativo, diz a lenda de Le Mans Tom Kristensen
Carregar comentários