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McLaren e Honda chegam a acordo para terminar parceria

Após inúmeros insucessos ao longo dos últimos anos, time britânico e montadora japonesa selam fim de casamento na Fórmula 1

Fernando Alonso, McLaren MCL32
Yusuke Hasegawa, Senior Managing Officer, Honda
Fernando Alonso, McLaren MCL32
Fernando Alonso, McLaren MCL32, pitstop
Martin Brundle, Sky TV talks with Zak Brown, McLaren Executive Director
Masashi Yamamoto, Honda Boss and Yusuke Hasegawa, Head of Honda Motorsport
Stoffel Vandoorne, McLaren MCL32

O Motorsport.com pode afirmar que a McLaren chegou a um acordo com a Honda para ser liberada de sua parceria com a fábrica japonesa e mudar o fornecimento de unidades de potência a partir do ano que vem. O time inglês usará motor Renault na temporada da Fórmula 1 de 2018.

O retorno da Honda à F1 com a McLaren foi desastroso desde o início da parceria, em 2015, com a falta de desempenho e os constantes problemas de confiabilidade. Isso manchou a histórica parceria entre o time e a montadora, que rendeu quatro títulos mundiais entre 1988 e 1991.

O relacionamento tornou-se doloroso durante 2017, quando ficou claro que uma rescisão de contrato era provável, com a Renault emergindo como a única alternativa realista da McLaren.

Fontes próximas à parceria confirmaram ao Motorsport.com que a McLaren entrou em um acordo de três anos com a Renault. Ou seja, a equipe utilizará a unidade francesa até o final do atual ciclo de regulamentos, que termina em 2020.

Entende-se que a McLaren terá igualdade na especificação da unidade de potência com a equipe Renault e sua cliente, a Red Bull. Enquanto isso, a Toro Rosso irá mudar seu fornecimento de motores de Renault para a Honda. O contrato também já foi assinado.

O acordo McLaren-Renault ajudou a aproximar Fernando Alonso da assinatura de uma extensão potencialmente plurianual para seu contrato original com a McLaren, que ia de 2015 a 2017.

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