Pilotos querem que novos donos da F1 busquem fãs mais jovens

Principais personagens da maior categoria do automobilismo mundial estão otimistas quanto ao futuro

Pilotos querem que novos donos da F1 busquem fãs mais jovens
Fans and a flag for Max Verstappen, Red Bull Racing
Pascal Wehrlein, Manor Racing signs autographs for the fans
Fans and banners for Max Verstappen, Red Bull Racing
Fans in the pit lane
Fernando Alonso, McLaren signs autographs for the fans
Kimi Raikkonen, Ferrari signs autographs for the fans
Jenson Button, McLaren signs autographs for fans
Valtteri Bottas, Williams Martini Racing, has his photo taken with a fan
Sebastian Vettel, Ferrari signs autographs for the fans
Jenson Button, McLaren
Fernando Alonso, McLaren
Carlos Sainz Jr., Scuderia Toro Rosso
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A venda de parte da Fórmula 1 para o grupo Liberty Media, anunciada na última semana, ganhou espaço nesta quinta-feira em Cingapura, onde acontece a 15ª etapa do mundial de 2016.

Nico Rosberg reconheceu as realizações de Bernie Ecclestone, mas disse que a mudança poderá ser boa para a categoria.

"Bernie e seus parceiros que estão no negócio há anos têm feito um grande trabalho, como podemos ver no preço do negócio de US$8,5 bilhões", disse o alemão.

"Alguém deve ter feito um trabalho incrível para chegar a esse preço em nosso esporte, e apenas sobre os direitos comerciais. É impressionante."

"Mas acho que o mundo está mudando muito e isso é legal. Podemos ter um ar fresco, com um novo grupo competente de pessoas que podem trazer ideias novas."

"Especialmente vindo dos Estados Unidos, porque os americanos estão muitas vezes um passo à frente, especialmente em tecnologia e coisas assim. Na TV eles estão realmente fazendo um bom trabalho."

"Então, eu acho que poderá ser promissor, estou ansioso para ver o que eles farão e espero que talvez eles possam nos tornar mais fortes nos Estados Unidos, o que seria incrível."

"Além disso, mesmo na Europa e em todo o mundo há tantos jovens que gostam do nosso esporte, mas que realmente não prestam atenção, porque corremos no mundo todo, então a hora da largada sempre muda."

"Precisamos chegar a mais pessoas que gostam do nosso esporte, mas que não necessariamente sintonizam a TV no horário da corrida."

Fernando Alonso foi outro a dar opinião sobre a aquisição.

"Acho que foi bom", disse ele. "Eles têm uma boa experiência, são americanos, acho que o esporte é muito popular."

"Eles parecem dar aos espectadores e também aos fãs próximos ao esporte uma boa cobertura, e tudo o que vem dos Estados Unidos em termos de esporte é bastante atraente."

"Então acho que as ideias deles serão muito bem-vindas ao nosso esporte. Eu vejo um bom futuro, uma coisa boa para a F1."

Como Rosberg, Jenson Button também ressaltou que o esporte precisa agradar aos fãs mais jovens.

"O fato de serem norte-americanos é um fator positivo, trazendo o esporte mais perto dos Estados Unidos, e termos mais pessoas interessadas", disse o britânico.

"Acho que a partir do que eu vi, eles estão interessados no público muito mais jovem."

"A média de idade é muito alta, considerando que temos um piloto de 18 anos no grid. Acho que a idade média é acima de 30, talvez 40 anos."

Só pode melhorar

Assim como Button, Carlos Sainz Jr., um dos mais jovens do grid, enfatizou o papel das redes sociais.

"Acredito que só podemos melhorar a partir de onde estamos agora", disse o piloto da Toro Rosso.

"Esperamos que ele nos ajudem a atrair os fãs mais jovens, que são difíceis de atrair com os meios de comunicação. Quando digo aos meus amigos para assistirem a F1, eles acham difícil quando não encontram informações nas mídias sociais."

 

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