Pular para o conteúdo principal

Recomendado para você

Piastri revela por que Webber deixou sua equipe pessoal na Fórmula 1

Fórmula 1
GP de Miami
Piastri revela por que Webber deixou sua equipe pessoal na Fórmula 1

MotoGP: Bezzecchi abre o jogo sobre largada assustadora de Martín na França

MotoGP
GP da França
MotoGP: Bezzecchi abre o jogo sobre largada assustadora de Martín na França

MotoGP propõe banimento de dispositivo que coloca pilotos em risco

MotoGP
GP da França
MotoGP propõe banimento de dispositivo que coloca pilotos em risco

MotoGP: Chefe da Trackhouse deve deixar equipe e assinar com a Honda

MotoGP
GP da França
MotoGP: Chefe da Trackhouse deve deixar equipe e assinar com a Honda

Indy: Palou leciona em Indianápolis com pole arrasadora e Collet marca melhor resultado

Indy
Indianápolis (Misto)
Indy: Palou leciona em Indianápolis com pole arrasadora e Collet marca melhor resultado

MotoGP: Marc Márquez revela problema no ombro que causou acidente na sprint da França

MotoGP
GP da França
MotoGP: Marc Márquez revela problema no ombro que causou acidente na sprint da França

MotoGP: Marc Márquez fratura pé direito na sprint da França e ficará afastado por pelo menos duas corridas

MotoGP
GP da França
MotoGP: Marc Márquez fratura pé direito na sprint da França e ficará afastado por pelo menos duas corridas

VÍDEO MotoGP: Marc Márquez voa da moto e sofre acidente na sprint da França

MotoGP
GP da França
VÍDEO MotoGP: Marc Márquez voa da moto e sofre acidente na sprint da França
Últimas notícias

Circuito Gilles Villeneuve recebe 43º GP do Canadá de F-1

Tradicionalmente movimentada, prova canadense tem ricas e surpreendentes histórias

Boutsen e Patrese comemoram dobradinha da Williams em 89

Válido pelo campeonato mundial desde 1967, o GP do Canadá entrará em sua 43ª edição em 2012. A corrida só não foi realizada durante este intervalo de tempo apenas em três temporadas: 1975, 1987 e 2009. Os circuitos já utilizados para a disputa da corrida são três: Mosport Park (1967, 69, 71-77), Mont-Tremblant (1968-70) e Montreal (1978-).

A corrida terá 70 voltas no atual traçado de 4.361m do circuito Gilles Villeneuve. O recorde da pista pertence a Rubens Barrichello, de Ferrari em 2004, 1:13.622. No ano passado a prova teve a maior duração na história da F-1: 4h, 4min, 39 seg e 537 milésimos. Por causa deste tempo de corrida extenso, para este ano a FIA fixou como quatro horas o tempo máximo de uma prova interrompida por bandeiras vermelhas, além do tradicional tempo máximo de duas horas “corridas”.

Um ponto famoso do circuito Gilles Villeneuve é o “Muro dos campeões”, na saída da última chicane. Sua história teve início em 1999, quando, durante a prova vencida por Mika Hakkinen, a parede foi “carimbada” por Ricardo Zonta (campeão do FIA GT em 1998), Damon Hill, Michael Schumacher e Jacques Villeneuve (campeões na F-1). Desde aquele dia, o muro é popularmente conhecido pelo nome de “Wall of champions”, em homenagem àqueles que por lá terminaram suas corridas naquele ano.

O maior vencedor do GP canadense é Michael Schumacher. O alemão venceu a corrida na Île Notre-Dame sete vezes. O Brasil venceu em cinco oportunidades, duas com Ayrton Senna e três com Nelson Piquet. Em 1991, Piquet venceu sua última corrida na carreira a bordo da Benetton de uma forma inusitada. Nigel Mansell, com mais de 50s de vantagem para o brasileiro, caminhava para aquela que seria sua primeira vitória no ano. O inglês já acenava para a plateia quando na última volta seu carro morreu logo após o “hairpin”. A versão oficial da Wiliams foi de que Mansell teve problemas no câmbio, mas acredita-se popularmente que o Leão tenha baixado demais a rotação de seu motor Renault e assim o feito desligar sumariamente. Esta vitória de Piquet foi a última da Pirelli na F-1 antes do GP da Austrália de 2011.

Falando de Piquet ainda, foi dele também a primeira vitória da BMW enquanto fornecedora de motores. Aconteceu em 1982. 26 anos depois, a marca alemã vencia com Robert Kubica também no Canadá sua única corrida como construtora. Mas falando de 82, a vitória foi a única de Piquet no ano, e a prova proporcionou o último acidente fatal em corrida antes do fatídico GP de San Marino de 1994. Na primeira largada, o pole position Didier Pironi ficou parado no grid, o que fez o italiano Riccardo Paletti da Osella bater na Ferrari do francês. Apesar do grande incêndio que se instaurou após a batida, Paletti teve morte não por queimaduras, e sim por hemorragia interna, causada pela barra de direção que na batida de frente em Pironi feriu o italiano no tórax.

A última dobradinha brasileira na F-1 foi no Canadá em 1990, com Senna na frente e Piquet em segundo. No entanto, aquela corrida foi ganha por Berger na pista, porém o austríaco havia queimado a largada e teve um minuto acrescido pela direção de prova em seu tempo na corrida. Gerhard ainda foi quarto.

Um ano antes, a prova marcou, apesar de um belo 360º, o primeiro triunfo da Williams com o motor Renault, tendo a bordo o belga Thierry Boutsen. A prova também teve outro lance curioso: Antes da largada a pista secava, o que fez Mansell e Nannini entrarem nos boxes para trocar seus pneus após a volta de apresentação. Porém, numa precipitação de ambos, acabaram saindo dos boxes antes que fosse dada a luz verde para o início do GP, deste modo, à frente de todo o pelotão. Os dois acabaram sendo desclassificados.

Por fim, a pista de Montreal sempre teve ligação positiva com a equipe Jordan. Foi lá que o time  britânico conseguiu seus primeiros pontos em 1991 (De Cesaris 4º, Gachot 5º), e seu primeiro pódio duplo em 1995 (Barrichello 2º e Irvine 3º). Corrida de 1995 que, por sinal, marcou a primeira e única vitória do francês Jean Alesi na F-1.

Artigo anterior Organizadores das corridas se unem em Associação dos Promotores
Próximo artigo Com ânimo renovado, Massa é só felicidade no Canadá

Principais comentários

Últimas notícias