Di Grassi rebate comentário de Vettel sobre Fórmula E: "Está tentando enganar o público de propósito"

Alemão da Aston Martin alegou que não queria ser o rosto de algo que não o convence totalmente

Sebastian Vettel, Aston Martin

Com aposentadoria anunciada para o fim deste ano, Sebastian Vettel falou em entrevista antes do GP da Holanda que não aceitaria um papel de "embaixador" na Fórmula E. O comentário feito pelo tetracampeão mundial de Fórmula 1 não agradou o brasileiro, e piloto da categoria elétrica Lucas Di Grassi, que usou as redes sociais para rebater o alemão. 

Ao ser questionado se uma possível participação na FE estava na mente de Vettel, o piloto alemão descartou a possibilidade.

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"Não quero ser o rosto de algo que não me convence totalmente”, disse ele. “Eu não entendo o significado por trás [da Fórmula E]. A tecnologia de bateria que está sendo desenvolvida não tem nada a ver com a tecnologia que um carro normal poderia usar.”

A resposta dada por Vettel gerou repercussão nas redes sociais e o piloto brasileiro Lucas Di Grassi usou seu perfil para rebater o comentário do alemão pontuado até mesmo a postura do piloto da Aston Martin que vem se mostrando cada vez mais perto das questões ambientais.

 

"Se Vettel não quer vir para a Fórmula E, a escolha é dele. Embora seja o segundo monolugar mais bem pago do mundo, ainda está longe de um salário alto na F1. Agora, para dizer que a tecnologia dos carros é menos relevante para o futuro dos automóveis, ele: ou não tem ideia do que está falando ou está tentando enganar o público em geral de propósito. E/ou todas aquelas coisas verdes que ele tem feito ultimamente - coletando lixo, andando de bicicleta etc - é completamente greenwashing, não o que ele realmente acredita. Então, o que quer que ele goste ou não da série, ele deve apoiá-la. Isso é tudo."

Ao decorrer desta temporada, Sebastian Vettel já apareceu por diversas vezes no paddock com camisas pedindo mudanças por parte dos governos locais - como Miami e Canadá - para que pudessem evitar futuros desastres ambientais e, em alguns casos, foi apontado como hipócrita por correr com as cores da Aston Martin que tem como patrocinadora a Saudi Aramco, a maior companhia petrolífera do ramo em termos de reservas de óleo cru e de produção.
 

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