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Ecclestone insiste em motor alternativo para a F1 em 2017

Chefão da Fórmula 1 vê motores turbo-híbridos demasiadamente caros e quer mudar regras para baratear custos

(L to R): Christian Horner, Red Bull Racing Team Principal with Bernie Ecclestone
Bernie Ecclestone
Race start
Bernie Ecclestone
Race start
(L to R): Eddie Jordan, BBC Television Pundit with Bernie Ecclestone, and Christian Horner, Red Bull Racing Team Principal
(L to R): Sebastian Vettel, Ferrari with Bernie Ecclestone, on the grid

Mesmo tendo por vezes enfrentado a resistência das equipes, Bernie Ecclestone ainda pretende implementar motores alternativos para a Fórmula 1 com baixo custo para times com orçamento limitado. A ideia é fazer com que as equipes possam sobreviver a este início de era híbrida, que tem demandado altos gastos.

"Nós temos que mudar as regras para permitir a introdução de um motor alternativo e barato", disse ao jornal alemão Handelsblatt.

"Os novos motores híbridos são simplesmente caros demais. Nós não podemos esperar.”

"Eu ainda acho que deveríamos ter um motor alternativo para 2017. Eu gostaria que as pessoas neste negócio pudessem pensar um pouco mais no longo prazo. Vou dar tudo de mim para a F1 continuar a ser o maior evento de esportes a motor do mundo."

Ecclestone também disse que a possível venda de F1 deve ser confirmada no início da próxima temporada.

"Acho que teremos uma decisão nos próximos meses", disse ele. "Minha esperança é saber no início de 2016 se o CVC (grupo acionista que detém a F1) quer vender ou não.”

"Há pessoas que realmente gostariam de comprar a F1. Mas o CVC ainda não decidiu se querem parar ou não."

Ecclestone também deixou claro que ele não tem planos de se demitir, mesmo com a venda dando errado.

"Eu não pensei sobre isso. Mas se alguém comprar F1 e não me quiser como um CEO, teria de sair com certeza. Mas eu gosto do que faço. É por isso que eu ainda faço.”

"Eu não preciso do dinheiro. Eu faço isso porque eu gosto."

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