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Estrategista da Mercedes: "O que Hamilton faz em 2 voltas, Rosberg precisava de 1000"

Em entrevista ao Beyond the Grid, podcast oficial da F1, James Vowles falou sobre a rivalidade entre Hamilton e Rosberg e a passagem de Schumacher

Estrategista da Mercedes: "O que Hamilton faz em 2 voltas, Rosberg precisava de 1000"

A rivalidade entre Lewis Hamilton e Nico Rosberg na temporada 2016 da Fórmula 1 segue dando o que falar, mesmo anos depois da aposentadoria do alemão. E em entrevista ao podcast oficial da F1, Beyond the Grid, nomes importantes da Mercedes, como o estrategista-chefe James Vowels fez comparações entre os dois pilotos.

Nos primeiros anos do domínio da Mercedes na F1, Rosberg acabou caindo para o papel de segundo piloto, mesmo sendo o piloto mais velho na equipe. Mas em 2016 acabou encontrando uma maneira de superar Hamilton para conquistar o título.

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Segundo Vowels, os dois eram melhores amigos na infância e, aos poucos, tornaram-se inimigos por causa da competitividade, e havia uma grande diferença entre eles.

"Se você desse a Nico 1000 voltas, ele alcançaria gradualmente um desempenho extraordinário. Se você der a Lewis duas voltas, ele faz o mesmo imediatamente. Nico brilhava quando você dava a ele tempo e percebe o que seu companheiro de equipe está fazendo".

Em 2016, apenas Hamilton e Rosberg estiveram na luta pelo título, com o alemão levando a melhor com cinco pontos de vantagem, apesar de ter vencido "apenas" nove provas contra dez do britânico. Logo após levantar a taça, Rosberg chocou o mundo ao anunciar sua aposentadoria.

"Toto nos chamou em seu escritório", disse Vowles sobre a aposentadoria de Rosberg. "Não sabíamos o que esperar. Mas se Toto tivesse nos pedido para adivinhar sobre o que aquilo se tratava, eu não acertaria. Foi um momento muito estranho".

"Mesmo hoje é difícil entender porque ele optou por sair. Porque mesmo supondo que jamais venceria Lewis novamente, ele tinha um bom carro, venceria corridas e seguiria fazendo parte de uma equipe que fez um ótimo trabalho".

Vowles voltou ainda mais no tempo para falar sobre o retorno de Michael Schumacher ao grid, correndo pela Mercedes entre 2010 e 2012 junto de Rosberg e com Ross Brawn à frente. Apesar do valor inestimável, o alemão não estava em sua melhor forma.

"Meu coração fica realmente despedaçado, porque era o tipo de pessoa que todos queriam ver vencendo corridas, porque merecia e se esforçava muito pela equipe".

Com a saída de Schumacher, o caminho ficou livre para a chegada de Hamilton em 2013, um momento que mudou toda a dinâmica da equipe.

"Ele tinha uma personalidade muito diferente quando chegou. Ele era como um mercenário, que estava ali para vencer corridas. A vontade de vencer não desapareceu, mas o que ele percebe é que se faz isso com a equipe, e com isso você se torna o maior atleta que existe. Não pode confiar apenas em si próprio".

Também presente na edição do Beyond the Grid, o engenheiro-chefe Andrew Shovlin também falou sobre a mudança de Hamilton.

"No início, ele tinha um desejo implacável de vencer todas as corridas. Ele mostrou isso com sua pilotagem, apenas acelerando e acelerando sem parar. Acho que ele está se tornando mais estratégico. Ele pensa no campeonato desde a primeira volta da primeira corrida".

"Ele não está acostumado a perder corridas porque não é de sua natureza. Claro, sua abordagem e mentalidade também são importantes. Tudo é calculado com antecedência e pensado meticulosamente".

"Se alguém lhe fizer uma pergunta sobre os erros de Lewis, você tem que voltar e pensar nas temporadas anteriores para lembrar de um exemplo. Seu objetivo é a perfeição e isso é difícil de alcançar. É isso que ele tenta alcançar".

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Categoria Fórmula 1
Autor Selin Elif Köse