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F1 - Hamilton defende jogadores da seleção francesa vítimas de ofensas racistas: "Enojado, mas não surpreso"

Piloto da Mercedes usou as redes sociais para manifestar e prestar apoio a Tchouameni e Muani

Lewis Hamilton, Mercedes AMG

Lewis Hamilton foi até as suas redes sociais para prestar apoio a dois jogadores da seleção da França que estão sendo vítimas de ataques racistas devido ao vice-campeonato do país na Copa do Mundo do Catar.

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TchouameniKolo Muani foram protagonistas na grande final diante da Argentina e foram duramente criticados por terem perdidos oportunidades única de levar a França até a consagração do tricampeonato do mundo. Por medidas de segurança, os dois jogadores precisaram bloquear suas redes sociais.

"Enojado, mas não surpreso. Tchouameni e Muani deram tudo. Eles são heróis para muitos e não merecem nada além de respeito", escreveu o heptacampeão mundial."

 

O britânico, que ao longo da sua carreira e vida convive com ataque racistas frequentes, se tornou uma das vozes mais ativas na luta contra o preconceito racial. Hamilton foi o responsável por inserir o movimento "Black Lives Matter" (Vidas Negras Importam) na Fórmula 1 ao se ajoelhar, muitas vezes acompanhado dos colegas de grid, na cerimônia antes das corridas nas temporada 2020 e 2021. 

Outro episódio marcante envolvendo o heptacampeão mundial aconteceu durante o GP da Toscana, em Mugello. O piloto subiu ao pódio usando uma camisa que dizia "Prendam os policias que mataram Breonna Taylor" - uma mulher negra de 26 anos morta a tiros por policiais norte-americanos. Recentemente, Hamilton foi vítima de uma fala racista por parte do ex-piloto brasileiro Nelson Piquet

Bastidores da possível 'volta' da Honda à F1, como montadora ou equipe própria

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