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F1 - Hill defende que Ricciardo teria vantagem como reserva da Mercedes: "Há alguma lógica nisso"

Damon Hill acha que há lógica se Daniel Ricciardo assumir o papel de piloto reserva da Mercedes na Fórmula 1 e afirmou que assim Ricciardo teria informações úteis para outra equipe

Daniel Ricciardo, McLaren

O futuro de Ricciardo na Fórmula 1 é de pura incerteza desde que foi anunciado em 24 de agosto que ele não continuará na McLaren na próxima temporada, apesar de ter um contrato válido. O lugar do australiano será ocupado pelo compatriota e estreante Oscar Piastri.

Enquanto o mercado de pilotos está em movimento com algumas equipes que ainda não confirmaram as duplas de pilotos para 2023, entende-se que as opções de Ricciardo para continuar no grid são limitadas, talvez se resumindo apenas à Haas ou Williams.

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No entanto, antes do GP da Itália, surgiu uma reportagem no jornal britânico Daily Mail sugerindo que a função de piloto reserva da Mercedes é uma nova possibilidade para Ricciardo no próximo ano.

O próprio australiano foi questionado sobre isso em Monza e disse que sua intenção é ser um piloto regular, mas indicou que está "realmente avaliando tudo" em termos de seus planos futuros na F1.

Embora se possa argumentar facilmente que se tornar um piloto reserva, mesmo para uma equipe de ponta como a Mercedes, seria um grande retrocesso para Ricciardo, um piloto que venceu oito corridas e conquistou 32 pódios, Damon Hill ressalta que o ex-piloto da Red Bull poderia encontrar um benefício.

“Acho que há alguma lógica nisso”, disse Hill à Sky Sports F1. "Se ele estiver pelo menos em uma equipe de ponta, mesmo que esteja nos bastidores e esperando a oportunidade certa, ele terá informações úteis para outra equipe, talvez, potencialmente", argumentou.

"Mas os chefes de equipe podem olhar para ele e dizer 'onde está o ritmo? Ele vai voltar? ' E essa é a grande questão. Não sabemos."

Hill confessa que gostaria de ver Ricciardo sendo competitivo novamente, mas também discute por que as coisas deram tão errado para o piloto de 33 anos.

"Danny tem sido um personagem tão fantástico para o nosso esporte, efervescente e sempre sorrindo e outras coisas, mas algo deu errado", disse ele.

"Não apenas em seu ritmo na McLaren, mas também em sua estratégia para entrar em um carro competitivo."

"Algo deu errado lá e espero que ele saia olhando pelo lado positivo em algum lugar e o veremos de volta na frente", concluiu o campeão mundial de F1 de 1996.

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