Fórmula 1 GP do Japão

F1: Mercedes terá atualização final do W13 em Austin, com foco em 2023

Equipe evita fazer previsões sobre o ritmo no Circuito das Américas após uma etapa problemática em 2021

George Russell, Mercedes W13

O diretor de engenharia de pista da Mercedes, Andrew Shovlin, revelou que a equipe alemã terá o último pacote de atualização para o W13 no GP dos Estados Unidos da próxima semana, com foco no aprendizado para a temporada 2023 da Fórmula 1.

O pacote da etapa de Austin contará com novidades aerodinâmicas e algumas modificações para reduzir o peso do carro, que chegou a estar 10kg acima do mínimo determinado pela FIA no começo do ano.

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Enquanto a intenção do pacote aerodinâmico é ajudar Lewis Hamilton e George Russell em Austin, uma pista na qual a Mercedes prevê problemas de performance, a equipe também mira os desenvolvimentos para o W14, carro de 2023.

"É o passo final de nosso desenvolvimento aerodinâmico que, com sorte, nos dará um pouco mais de performance", disse Shovlin. "Mas, o mais importante, é que, com cada passo, estamos aprendendo mais e pegando coisas para o próximo ano".

"Também reduzimos o peso de alguns componentes que, com sorte, colocarão o carro mais próximo do peso mínimo".

A equipe mantém cautela sobre previsões de benefícios do novo pacote: "É difícil para nós prevermos onde que vamos estar. Em Singapura Lewis ficou próximo da pole position, enquanto em Suzuka os dois carros ficaram muito atrás".

"Nosso ritmo de corrida tem sido forte. Se pudermos dar um passo adiante, com sorte ficaremos na luta contra as Ferraris e as Red Bulls, mas a classificação ainda é difícil de prever. Mas, como eu disse, é muito sobre aprender e certamente daremos o nosso melhor nessas quatro provas finais".

 

Photo by: Steve Etherington / Motorsport Images

Shovlin reconheceu que o Circuito das Américas não é uma pista fácil de se acertar, mas ele espera que a reforma realizada pela direção nas ondulações do traçado ajude.

"É um circuito complicado, e foi um circuito complicado para nós ano passado. Estava muito ondulado, com muito superaquecimento dos pneus e nós não tínhamos o mesmo ritmo da Red Bull com os pneus macios".

"Eles fizeram um recapeamento, então com sorte teremos menos ondulações. Mas o que é difícil para este ano é saber onde que estaremos. Não vamos fazer previsões sobre performance, saberemos apenas na sexta-feira, quando veremos quais problemas teremos e se é possível resolvê-los com os ajustes".

"Fundamentalmente, algo que precisamos melhorar no carro do próximo ano é fazer com que ele tenha mais downforce em pistas de menos arrasto, aí poderemos usar as asas mais leves mantendo competitividade nas curvas".

O que pode acontecer com a Red Bull em função da quebra do teto de gastos em 2021?

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