Fórmula 1 GP da Holanda

F1 - Pérez explica 'rodada' no fim do Q3: "Beijei o cascalho e perdi a traseira"

Mexicano causou bandeira amarela restando segundos para o fim da sessão e ficou com quinta colocação no grid de largada

Sergio Perez, Red Bull Racing RB18

Sergio Pérez surpreendeu a todos no fim da classificação da Fórmula 1 ao rodar e bater sozinho restando segundos para o fim da sessão. O mexicano vai largar e P5, ao lado de George Russell neste domingo, no GP da Holanda em Zandvoort.

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Falando após o fim da qualificação, o piloto da Red Bull explicou os motivos que o levaram a perder o carro, girar e causar uma bandeira amarela no fim do Q3 - impedindo pilotos que vinham atrás de Pérez de completar suas últimas voltas, uma vez que sob bandeira amarela é preciso reduzir a velocidade.

 

"Foi uma pena, eu estava em uma boa volta. Como eu estava acelerando, fui bastante agressivo e depois apenas beijei o cascalho e perdi a traseira, infelizmente", lamentou Pérez.

Com o incidente, o mexicano irá largar da quinta colocação. Ao ser questionado sobre o que poderia conseguir com a volta que estava sendo quase completada, Sergio Pérez fez um trabalho 'futurista' analisando quantos décimos estava conseguindo tirar em relação à volta anterior e onde isso o poderia levar no grid de largada.

"Foram uns bons três décimos no meu tempo anterior, então acho que estava olhando - eu poderia ter conseguido outro décimo ou um décimo e meio e acho que isso me colocaria em P4, P3 talvez. Mas é o que é. Amanhã espero poder ter uma largada forte e ir com os líderes logo no início e estar na luta pela corrida", analisou.

Em relação ao quão confortável a Red Bull estava neste fim de semana em comparação a etapa de Spa na semana anterior, o piloto 11 falou que o fato das Mercedes estarem tão perto deles e as condições da pista não o deixavam em uma posição cômoda.

"Temos perseguido bastante ao longo dos dias. Foi certamente um fim de semana mais difícil para nós do que na Bélgica, então tentaremos o nosso melhor amanhã para ter certeza de que podemos maximizar tudo", explicou.

"Eles [Mercedes] são certamente muito fortes, nos stints longos e curtos, então certamente haverá um desafio amanhã. O layout da pista, as características e as temperaturas não jogam a nosso favor tanto quanto na Bélgica."

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