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FIA: windscreen não protegeria Leclerc como o halo

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FIA: windscreen não protegeria Leclerc como o halo
7 de set de 2018 14:07

O diretor de provas da FIA, Charlie Whiting, afirmou que as demais soluções para proteção de cockpit que foram estudadas nos últimos anos não forneceriam o mesmo nível de eficiência do que o halo no acidente de Charles Leclerc na largada do GP da Bélgica de F1.

A F1 introduziu em 2018 o controverso halo, que provocou uma grande ruptura estética nos carros da categoria. No entanto, a FIA insiste que a peça é eficiente para proteger contra o impacto de objetos grandes, alcançando números que outras soluções (como o shield ou windscreen) não alcançaram.

Isso inclui também a solução testada pela Indy em 2018, que também conta com uma peça totalmente fechada feita pelo material Opticor, da gigante multinacional PPG.

Na largada para o GP da Bélgica, Leclerc teve seu carro atingido pela McLaren de Fernando Alonso, o que deixou marcas em seu halo.

Segundo Whiting, o halo resistiu ao choque, algo que considera que não aconteceria nas demais soluções testadas e que foram reprovadas nos testes de impacto.

“Vocês viram essas proteções do tipo que eles [Indy] estão propondo e testaram, o que é similar ao escudo que Sebastian [Vettel] usou há uns anos em Silverstone”, explicou Whiting.

 

Photo by: Andrew Hone / LAT Images

“Mas acho que, o que vimos nos acidentes de Charles em Spa é que esse tipo de coisa não teria sido nem de perto tão eficiente quanto. Estamos falando de 10% de proteção em relação ao que o halo consegue oferecer, falando de forma geral.”

A Indy realizou testes em pista com seu próprio windscreen no começo de 2018, embora ainda não tenha definido uma data exata para sua implementação. Ainda assim, os dirigentes de ambas as categorias confirmaram que há um intercâmbio de informações, de modo que a F1 acompanha o desenvolvimento do trabalho feito na Indy e vice-versa.

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