Querendo volta da sorte, Palmer diz ter queimado cuecas

Ainda sem pontos no mundial deste ano e com a sombra de Kubica, piloto britânico recorre a superstição antes de GP da Hungria

Querendo volta da sorte, Palmer diz ter queimado cuecas
Marshals remove the retired Jolyon Palmer Renault Sport F1 Team RS17
Jolyon Palmer, Renault Sport F1 Team, Nico Hulkenberg, Renault Sport F1 Team, with René Arnoux, wearing classic overalls
Jolyon Palmer, Renault Sport F1 Team RS17
Jolyon Palmer, Renault Sport F1 Team
Jolyon Palmer, Renault Sport F1 Team RS17
Jolyon Palmer, Renault Sport F1 Team RS17
Jolyon Palmer, Renault Sport F1 Team RS17
Jolyon Palmer, Renault Sport F1 Team RS17
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Depois de se classificar em 11º na Inglaterra e ver seu carro parando antes mesmo da largada com problemas mecânicos, Jolyon Palmer tomou uma decisão curiosa. O piloto da Renault, que ainda não pontuou nesta temporada e tem a sombra de Robert Kubica nos bastidores, resolveu queimar suas cuecas para tentar acabar com a maré de azar.

"Eu queimei as cuecas que me deram azar, então agora isso acabou. Eu não sou supersticioso, mas essa má sorte tem que acabar”, disse o britânico na prévia da Renault para o GP da Hungria.

"Sobre os aspectos positivos, certamente há algo bom de Silverstone. O meu ritmo de classificação foi decente e consegui minha segunda melhor classificação da temporada. Eu dirigi com o novo assoalho no TL1 e estava funcionando bem, o que significa que eu estou feliz por ter este avanço em Budapeste.”

“Nico (Hulkenberg) mostrou o benefício do assoalho no fim de semana passado com sua forte classificação e seu ritmo de corrida. É ótimo para a equipe estar competitiva e à frente de nossos rivais do meio do grid. Isso é tudo o que espero na Hungria."

Sobre a pista da Hungria, o piloto confia que seu histórico possa lhe dar uma vantagem.

"Eu realmente gosto de Budapeste. A pista traz algumas boas lembranças, como quando eu ganhei lá na GP2 em 2013. A pista tem uma natureza diferente de muitas outras em termos de curvas de velocidade lenta.”

“Uma vez que você freia pela primeira vez, você não consegue respirar até terminar a volta.”

"Todo o circuito flui em conjunto e faz a volta ser emocionante, há pouca margem de erro em termos de frenagem, tudo tem que ser perfeito.”

“É difícil ultrapassar lá e é importante encontrar um bom ritmo. É divertido dirigir uma volta, então espero poder ter uma mudança de sorte e, finalmente, obter alguns pontos.”

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