Russell na vaga de Hamilton? Veja medos e certezas da Mercedes

Entenda os prós e contras de uma eventual decisão pelo britânico por parte do time alemão

Russell na vaga de Hamilton? Veja medos e certezas da Mercedes

O britânico Lewis Hamilton testou positivo para coronavírus e agora a Mercedes precisa substituí-lo para o GP de Sakhir de Fórmula 1. O favorito para a vaga é seu compatriota George Russell, da Williams. Entretanto, a opção não é 'automática'.

O jovem talento precisa ser liberado pelo time de Grove, de modo que o belga Stoffel Vandoorne, reserva da Mercedes, e o alemão Nico Hulkenberg, 'super-substituto' da temporada 2020, também estão no páreo. De todo modo, Russell está 'na pole position'.

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Mas valeria a pena, para a Mercedes, promover a estreia da estrela de sua academia de pilotos? A participação de Russell com o time alemão pode ter repercussões importantes para o planejamento futuro da equipe.

E se o 'menino inglês' ficar, de imediato, à frente de Valtteri Bottas? O piloto finlandês da Mercedes seria 'desvalorizado'? E os sucessos de Hamilton, seriam questionados? É o que precisa ser ponderado pelo chefe de equipe, o austríaco Toto Wolff.

Se a Mercedes puder colocar Russell no grid, os veredictos do próximo fim de semana vão se tornar extremamente interessantes, pois podem alterar potencialmente o equilíbrio que foi cimentado na Mercedes nos últimos quatro anos, desde a saída do alemão Nico Rosberg.

Um cenário em que Russell se confirmasse à frente de Bottas seria devastador para o finlandês. Uma coisa é ficar atrás de um heptacampeão mundial, outra coisa é perder para um jovem de grande talento, mas ainda em seu segundo ano na F1.

Mas não é só isso... Hamilton ainda não assinou o contrato que o ligará à Mercedes para 2021 (com opção para 2022). Assim, se seu carro for colocado na frente do de Bottas, as negociações podem ser impactadas. As tratativas, aliás, já estão complicadas pela própria pandemia.

De todo modo, são 'riscos' que Wolff parece determinado a correr. Se, por um lado, há a possibilidade de quebrar um equilíbrio que sempre garantiu à Mercedes os resultados, por outro, há um piloto 'custo zero' disponível para assumir o carro multicampeão. Assim, caso as negociações com Hamilton não avancem, a Mercedes poderia fazer uma economia potencial de oito dígitos no que tange à “remuneração dos pilotos”.

Já Bottas, no aspecto financeiro, está um pouco 'mais tranquilo', tendo contrato assinado para 2021. Entretanto, sempre há a possibilidade de a equipe optar por ficar sem os serviços de um piloto.

Uma possibilidade muito, muito remota... Mas, na F1, um mero treino de classificação pode ser a razão para muitas dúvidas. E não seria a primeira vez...

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