Vergne respeita decisão de não ter sido escolhido pela Haas

Francês era um dos nomes cogitados para fazer parte da Haas F1 Team, que estreia na F1 em 2016

Vergne respeita decisão de não ter sido escolhido pela Haas
Jean-Eric Vergne, Scuderia Toro Rosso
Jean-Eric Vergne, Scuderia Toro Rosso STR9
Jean-Eric Vergne, Scuderia Toro Rosso STR9 lidera team mate Daniil Kvyat, Scuderia Toro Rosso STR9
Jean-Eric Vergne, piloto de testes da Ferrari
Jean-Eric Vergne, DS Virgin Racing Formula E Team
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Após perder lugar na Toro Rosso no fim de 2014, Jean-Eric Vergne se juntou ao programa da Ferrari e, automaticamente, teve nome especulado para fazer parte da Haas F1 Team, que possui apoio técnico da escuderia italiana.

Mas as esperanças do francês foram frustradas quando Romain Grosjean e seu outro companheiro, Esteban Gutierrez foram anunciados como a dupla principal do time norte-americano.

Mesmo preterido, Vergne continua fazendo parte da Ferrari e espera que um dia possa voltar à maior categoria do automobilismo mundial.

"Obviamente, como um piloto profissional você quer competir no topo e a F1 é o topo, mas respeito a decisão", disse ao MOTORSPORT.COM.

"A Haas está fazendo as coisas de maneira muito profissional e espero o melhor para eles. Tenho certeza de que eles terão um bom carro e desejo o melhor para os dois pilotos."

"As coisas acontecem por uma razão e espero que algo de bom aconteça, nunca se sabe."

"Meu foco é a Ferrari e sempre vou dar o meu melhor para eles e ajudá-los da maneira que eu puder, por isso vamos ver no futuro."

Temporada difícil na F-E

Atualmente Vergne combina seus compromissos da Ferrari com a DS Virgin Formula E Team, mas admite que a sua primeira experiência com a categoria tem sido mais difícil do que o esperado.
"Acredito que foi uma boa escolha ter ido para a DS, assim como estar num fabricante francês é importante para mim", disse o piloto de 25 anos.

"Está muito difícil esse início de temporada, especialmente por não ter pontuado e é onde não gostaríamos de estar."

Entrevistado por Federico Faturos

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