Pular para o conteúdo principal

Recomendado para você

F1: O impacto real das mudanças nas regras de 2026

Fórmula 1
GP da Arábia Saudita
F1: O impacto real das mudanças nas regras de 2026

F1: Norris bate João Fonseca no Prêmio Laureus como Destaque do Ano

Fórmula 1
F1: Norris bate João Fonseca no Prêmio Laureus como Destaque do Ano

MotoGP: Fernández e Savadori correrão pela Yamaha e Aprilia na Espanha

MotoGP
GP da Espanha
MotoGP: Fernández e Savadori correrão pela Yamaha e Aprilia na Espanha

F1, equipes e fabricantes de motores aprovam mudanças no regulamento de 2026

Fórmula 1
F1, equipes e fabricantes de motores aprovam mudanças no regulamento de 2026

F1 - Mercedes critica possível mudança de hierarquia pelo ADUO: “Não há espaço para artimanhas”

Fórmula 1
F1 - Mercedes critica possível mudança de hierarquia pelo ADUO: “Não há espaço para artimanhas”

EXCLUSIVO F1: Diretor técnico da Ferrari detalha trabalho intenso na pausa de abril

Fórmula 1
EXCLUSIVO F1: Diretor técnico da Ferrari detalha trabalho intenso na pausa de abril

Novo carro da NASCAR Brasil, RiSE26 exige ritmo forte dos pilotos e líderes já miram Cascavel

NASCAR Brasil
Novo carro da NASCAR Brasil, RiSE26 exige ritmo forte dos pilotos e líderes já miram Cascavel

Espectador morre em acidente na etapa argentina do Rally Sudamericano

Rally
Espectador morre em acidente na etapa argentina do Rally Sudamericano
Últimas notícias

Whiting defende uso do DRS na F-1: "Sou um grande fã"

Diretor de provas da categoria discorda de pessoas que criticam medida: "Ainda requer extrema habilidade do piloto"

Charlie Whiting, diretor de provas da Fórmula 1, disse que o uso do DRS é positivo para a categoria. Implementado em 2011 junto com a volta do KERS, o dispositivo fez disparar o número de ultrapassagens durante as provas, com a perda do arrasto na asa traseira. Whiting se justifica, dizendo que os pilotos ainda precisam ser bons para manejar com perícia a asa móvel.

"Eu sou um grande fã", disse Whiting sobre o DRS à Autosport.

"Eu sei que algumas pessoas se opõem ao DRS e realmente acham que não é puro o suficiente. Eu discordo completamente dessa visão. Ele ainda requer extrema habilidade do piloto. Não é como se ele ligasse, ultrapassasse, fosse embora e tudo certo."

"Às vezes parece muito fácil, mas Spa é um exemplo de como, se você vem pela Eau Rouge um pouco mais rápido do que o carro na frente, o DRS simplesmente não funciona. Mas é só por causa da velocidade de saída do carro. Se os carros estão a uma velocidade igual, um piloto terá que estar dentro de 0.3s do carro da frente, que não é tarefa fácil.”

"Mas se eles estão na mesma velocidade no início da zona de DRS, eles vão estar ao lado no ponto de freada. Essa é a teoria do DRS”, resumiu.

Voltando a defender a medida, Whiting vê importância na inteligência dos pilotos. "Você tem de pressupor que os carros estão na mesma velocidade, mas você não tem ideia de qual velocidade que eles vão fazer isso."

"Se você entende o raciocínio sobre o assunto e o que é necessário para realmente ultrapassar, o piloto ainda é grande parte do processo."

Artigo anterior Novo carro vai requerer "jeito novo de pilotar", diz Ferrari
Próximo artigo "Minha carreira deve muito ao Schumacher", agradece Massa

Principais comentários