Diretor técnico Internacional da NASCAR elogia carro da categoria brasileira e revela se haverá padrão mundial

Jason Simmons, diretor internacional de competições e operações, viu de perto desempenho de carros de campeonato brasileiro na etapa de Goiânia

Jason Simmons, diretor internacional de competições e operações da NASCAR

Luciano Santos

A NASCAR Brasil Sprint Race realiza a quinta etapa da temporada de 2023 em Goiânia neste fim de semana e nos bastidores, um olhar diferente da rotina de uma das principais categorias do automobilismo brasileiro.

Para este fim de semana, Jason Simmons, diretor internacional de competições e operações da NASCAR está presente para observar e analisar o equipamento oferecido aos pilotos na categoria.

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“Acho que do lado técnico, é uma obra de arte”, disse o norte-americano com exclusividade ao Motorsport.com. “Esteticamente é um belo carro. Uma das coisas que nos impressionou quando começamos nossas discussões com Carlos Col e Thiago Marques é que o carro parecia muito com o produto que tínhamos nos Estados Unidos.”

“E isso é uma das coisas que nos atraiu para trabalhar com eles. A partir daí, fomos apenas aprendendo mais sobre o carro, de como ele é único no mundo da NASCAR. É uma peça única. Mas é um bom carro e é uma boa ferramenta, uma boa máquina para os pilotos se acostumarem com as corridas de stock car, o que por sua vez permitiria que eles viessem para os Estados Unidos e terem sucesso.”

NASCAR Brasil em Goiânia

NASCAR Brasil em Goiânia

Photo by: Luciano Santos

Padrão mundial?

Um dos questionamentos mais comuns desde o início da parceria entre NASCAR e GT Sprint Race é se as competições fora dos Estados Unidos terão um mesmo carro ou se as máquinas dessas competições terão alguma relação com o que se usa na Xfinity Series ou alguma outra série.

Nesse caso, Simmons reiterou um dos compromissos da ‘nova’ categoria, no desenvolvimento de jovens valores para, quem sabe, competir nos Estados Unidos, além do comprometimento financeiro.

“Em um mundo ideal, adoraríamos chegar a algum tipo de carro comum em todo o mundo, mas pontuado em duas coisas. Número 1, que promova o desenvolvimento de pilotos e seja mais uma ponte a algo um pouco mais próximo para um piloto correr nos Estados Unidos. Acho que essa é a primeira coisa.”

“A segunda é um carro comum que também seja econômico para equipes e pilotos. Chegaremos lá da noite para o dia? Não. Mas, como mencionei, acho que em um mundo ideal, analisando, podemos olhar para as melhores práticas do que funciona para nós no Canadá, no México, na Europa, no Brasil e pegar todas as melhores práticas dessas diferentes categorias internacionais e depois aplicar isso a um par comum. Acho que esse será o caminho”, concluiu.

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