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Bruno Senna deve ser titular na Renault até o final do ano

Resultados ruins de Heidfeld e recente acordo com empresa brasileira teriam garantido a troca; equipe nega

Bruno Senna durante treino livre para o GP da Hungria

Crescem as especulações acerca da possibilidade de Bruno Senna voltar ao cockpit da Renault nesta temporada. O ex-dono de equipe e atualmente comentarista Eddie Jordan chegou a cravar em sua coluna no site da BBC que o brasileiro tomará o lugar do alemão Nick Heidfeld a partir de Spa – e permanecerá como titular até o final do ano.

Como Luis Fernando Ramos adiantou em seu blog em 11 de agosto, a recentemente fechada parceria entre a empresa que gere a Renault, a Genii Capital, com os brasileiros do WWI Group teria aberto as portas para Bruno dentro da equipe. O negócio prevê um portfólio de dez bilhões de dólares (cerca de R$ 15 bilhões) para investir em projetos nas áreas de infra-estrutura e de imóveis no Brasil.

“Mesmo que no final das contas ele não traga apoio de nenhuma empresa nacional, sua presença no time pode ajudar a alavancar o perfil da joint-venture no país e esta é uma opção considerada por [Gerard] Lopez [dono da Genii]”, destacou o colunista do TotalRace.

A informação não é confirmada pela equipe francesa, mas os dirigentes têm sido críticos às atuações do experiente Heidfeld, contratado às pressas para substituir o lesionado Robert Kubica no início do ano. O chefe da Renault, Eric Boullier, afirmou recentemente que o alemão não estava exercendo “a liderança que esperávamos”, enquanto Lopez se disse “decepcionado” com as performances do piloto.

O TotalRace apurou que Romain Grosjean é outro nome que pode ganhar uma chance da equipe. O francês, que lidera a GP2, substituiu Nelsinho Piquet em 2009 e não foi bem.

Bruno Senna guiou o carro pela primeira vez após a pré-temporada de fevereiro durante os treinos livres do GP da Hungria, último realizado antes da pausa de agosto. O brasileiro disputou uma temporada completa na F-1, em 2010, pela Hispania.

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