F1: Boa tração nas curvas foi fundamental para vitória de Verstappen no Canadá, diz Red Bull

Apesar da boa velocidade de reta, Christian Horner aponta este como fator chave para mais um triunfo do holandês

F1: Boa tração nas curvas foi fundamental para vitória de Verstappen no Canadá, diz Red Bull
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Max Verstappen conquistou sua sexta vitória na temporada 2022 da Fórmula 1 ao segurar Carlos Sainz na reta final do GP do Canadá. E segundo o chefe da Red Bull, Christian Horner, o segredo por trás de mais um sucesso do holandês foi a tração de seu carro na saída das curvas, e não a velocidade máxima.

Com uma estratégia de duas paradas, o holandês parecia a caminho de uma vitória fácil em cima de Sainz, que havia trocado de pneus apenas uma vez, mas um safety car tardio deu ao espanhol a chance de colocar um jogo novo, abrindo a disputa para o fim.

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Apesar da vantagem dos pneus e o DRS na maior parte das voltas finais, Sainz não conseguiu se aproximar para fazer a manobra. A velocidade de reta parece ser um dos maiores trunfos do RB18, mas Horner sente que a diferença estava na boa tração de Verstappen nas curvas.

"O primeiro setor foi crítico, e a tração na curva 10 foi vital", disse. "Ele nunca baixou a diferença para menos de 0s6, quando ele ficou mais próximo. Mas na maioria sempre foi 0s7, 0s8. A Ferrari estava muito boa nas zebras, tirando muita velocidade. E na zona de DRS a velocidade das duas eram iguais".

Max Verstappen, Red Bull Racing, 1st position, celebrates on arrival in Parc Ferme

Max Verstappen, Red Bull Racing, 1st position, celebrates on arrival in Parc Ferme

Photo by: Andy Hone / Motorsport Images

Verstappen terminou a 0s993 de Sainz para garantir a vitória, estendendo sua liderança no topo do Mundial de Pilotos para 46 pontos. Questionado pelo Motorsport.com para explicar sua tática nas voltas finais, Verstappen disse que focou em acertar o primeiro setor para construir vantagem.

"Você sempre precisa garantir que sabe o ponto em que ele terá o DRS, é preciso ter uma boa saída na curva anterior. É tudo sobre buscar o limite e não errar. Porque eu sabia que, mesmo no primeiro setor, se eu fizesse um pequeno erro, Carlos ganharia um décimo em cima de mim, e isso seria suficiente para se aproximar da primeira zona do DRS, podendo passar na segunda".

"Foi uma corrida de fato, levando até o fim. Eu tive meus momentos, algumas saídas de frente, e eu olhava no espelho e via Carlos com o mesmo problema. Foi no limite, mas foi bom de ver".

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